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Como Usar Fontes do Google Web Fonts na Estilização do Seu Blog

Antes era complicado exibir fontes externas em web design. Além da pouca variedade com permissão de uso na internet, precisava-se criar um arquivo a partir da fonte, no formato .eot, para correta visualização em certos navegadores. Isso sem contar a parte de CSS para criar a estilização.

Como Usar Fontes do Google Web

Fontes externas são aquelas que o visitante da página não tem no próprio computador. Se você usar, por exemplo, a Helvetica em algum estilo no seu blog e o visitante não a tiver instalada, o navegador aplicará outra fonte ali, mudando o design original que você planejou. Dependendo da situação, pode alterar totalmente a formatação da página e até torná-la ilegível, em casos de grande variação de tamanho entre a que deveria ser exibida e a que foi usada em substituição.

Mais recentemente, a vida dos designers web foi facilitada com sites como Fontsquirrel, que oferece centenas de pacotes com todo o kit para o @font-face, regra responsável por tornar a fonte aplicável através da propriedade font-family. No arquivo já estão incluídos diferentes formatos da fonte, para total compatibilidade com os navegadores atuais e até a regra em CSS para aplicá-la.

Mas se você mesmo assim não consegue usar fontes externas porque não tem conhecimento algum de estilização, o Google (sempre ele) oferece uma grande facilidade, o Web Fonts. É uma coleção de fontes para web, onde basta copiar o código fornecido lá e aplicar em seu blog ou site para usá-las, sem maiores complicações como envio de arquivos para seu servidor.

Veja como é simples de usar. Vamos supor que você gostou da fonte Press Start 2P, que quase ninguém tem instalada – mas isso não será problema, pois ela será carregada do arquivo do Google.

Google Web Fonts

1 – Escolha de estilos. Algumas fontes terão vários estilos próprios, como versões em itálico, negrito, leve… se quiser usar muitos deles, vá marcando as caixas. Quanto mais estilos usar, mais fontes serão carregadas, o que vai causar uma pequena perda no tempo de carregamento do blog; logo, se só pretende usar uma versão, carregue apenas ela. Veja o item 5.

2 – Conjunto de caracteres. Dependendo do idioma do site ou blog, pode ser preciso usar caracteres mais extensos. Em condições normais, apenas o Latin é suficiente.

3 – Código. Basta copiar o código fornecido e colá-lo no seu blog. O melhor lugar para fazer isso é dentro da seção <head>, assim a fonte será carregada logo no começo.

Na guia @import, você consegue um trecho de CSS que vai importar a fonte direto pela folha de estilos. Se nenhuma das opções funcionar, ainda resta o código em Javascript.

4 – Integrando a fonte ao blog. É o trecho de estilização que chama a fonte para funcionar; basta colar isso na sua folha de estilos e usar a font-family onde quiser. Por exemplo, se quiser todos os cabeçalhos h1 com aquela fonte, use:

5 – Tempo de carregamento. Quanto mais próximo do vermelho estiver o “velocímetro”, mais aquela fonte vai pesar no carregamento da página que a usa. Então, lembre-se de usar web fonts com moderação para não deixar seu blog lerdo.

Estilização do Seu Blog

Muito simples. Só não saia usando todas as fontes que encontrar, ou o reflexo no tempo de carregamento do blog será cruel. É pra ser apreciado com moderação, muita moderação.

Clicando em Pop-Out, você abre uma janela que exibe todos os caracteres disponíveis na fonte. Isso é importante, pois se ela não tiver acentos e cedilha, apresentará erros com textos em português. Se for o caso, escolha outra fonte.

Moderar Comentários: Um Mal Necessário

Tempos atrás houve um movimento entre os blogs, sugerindo que deixar os comentários liberados (aparecer publicamente assim que postados, com moderação posterior) seria uma boa prática, como incentivo aos comentaristas. Alguns blog grandes adotam esse método. Embora seja mais interessante para o visitante ver sua participação publicada logo, pode ser um problema, a não ser que você tenha uma equipe para monitorar os comentários com frequência, ou faça você mesmo isso ao longo do dia – algo que nem todos podem se dar ao luxo.

Como Moderar Comentários

A questão está no mau uso por parte de uma minoria, que acaba comprometendo o serviço todo. Mesmo que o WordPress ofereça sistemas de moderação automática, que retém comentários vindos de determinados IPs ou que contenham palavras pré-selecionadas, você pode ser surpreendido por ondas de spam que não sejam pegos pelo Akismet, ou pior: comentários ofensivos, que podem se transformar numa dor de cabeça maior.

Responsabilidade sobre comentários: do autor ou do blog?

Como dono de um espaço que foi aberto espontaneamente para discussão, o dono do blog pode ser responsabilizado pelo conteúdo dos comentários. Mesmo que você deixe claro em sua página de políticas de comentários que “os comentários não expressam a opinião do blog” (como alguns fazem), é preciso notar que a opinião só foi publicada ali porque nós demos voz e público a ela.

Em blogs com baixo número de comentários, é muito simples resolver: basta seguir ao painel de controle do seu blog, na opção Configurações > Discussão, e marcar a caixa “Um administrador tem sempre que aprovar o comentário”. Assim, todos eles deverão ser aprovados pelo editor ou dono do blog antes de aparecer publicamente.

Na caixa mais abaixo da anterior, você pode fazer o mesmo, desviando o comentário para a lista de spam.

Uma última solução, caso você tenha muitos comentários e não dê conta de verificar todos, é desativá-los, uma medida extrema e que vai matar uma das principais características de um blog, que é a discussão.

Porque somos responsáveis?

É claro que ter um blog com espaço para comentários, está envolvido um risco natural. Ao publicar o comentário (moderado, ou permitindo que ele apareça sem moderação), o autor / responsável pelo blog assume todos os riscos como publicador daquele texto, mesmo que não concorde com ele.

Comentários

Há casos na justiça brasileira (como você pode ver no artigo citado acima), em que o dono do blog acabou sendo responsabilizado (responsabilidade objetiva – – independente de culpa). Mesmo a possibilidade de identificar o autor do comentário pelo IP não isentaria o dono / responsável pelo blog de sua parte de culpa: ter dado espaço àquele comentário.

Então, tenha muita cautela ao aceitar comentários para não criar uma armadilha pra si mesmo. Depois não vai adiantar dizer que o culpado é o comentarista.

Você Está Preparado Para Ter (e Cuidar de) um Blog?

Este é o primeiro artigo do Blog Aprendiz, e para seguir uma linha de raciocínio útil aos leitores, partindo dos princípios mais básicos, resolvi falar de forma resumida sobre temas que costumam confundir iniciantes no web design e blogging: ter um blog é fácil? Qualquer um pode ter? Dá pra ganhar dinheiro com isso? Ou será melhor fazer um site? E a diferença entre eles?

Preparado Para Ter um blog

O termo blog veio de weblog, algo como um registro na rede. A estrutura de um blog é diferente de um site estático (conteúdo fixo), possibilitando ao dono (ou escritores) escrever e adicionar imagens, vídeos, e muitos outros tipos de conteúdo, na frequência que quiser. Se lhe apetecer, pode postar (criar postagens) diariamente, ou de hora em hora, ou a cada três dias, uma vez por mês…

Seus leitores poderão interagir com você através de comentários, tornando a experiência de ambos muito mais rica do que em sites tradicionais, como se viam no início dos anos 2000 – na verdade, os blogs ganharam tanta força que mesmo grandes corporações hoje têm blogs, muitos inclusive usando a plataforma WordPress, que é a usada e será mais discutida aqui no Blog Aprendiz. Toda a estrutura é automatizada, e geralmente o escritor não precisa saber escrever uma linha de código sequer para manter seu blog – embora seja recomendável que conheça o básico, para não depender de outras pessoas a cada simples tarefa ou manutenção.

Quando as primeiras formas de blog começaram a ganhar popularidade, o modelo mais comum era o de “diário online”, algo totalmente em desuso, especialmente para quem tem pretensões maiores com seu blog, como ganhar dinheiro e alguma popularidade – a não ser que você seja uma grande celebridade, cuja vida desperte interesse nas pessoas. Seria um desperdício de ferramenta se esse jeito de blogar ainda fosse corriqueiro, já que o potencial de criação e distribuição de informações pertinentes através dela é enorme.

Ferramentas

Existem inúmeras formas de se começar um blog, inclusive muitas totalmente gratuitas, como o Blogger, o WordPress.com e o Tumblr, a maioria delas bastante fácil de usar, permitindo que alguém sem experiência alguma consiga criar um blog com um mínimo de aprendizado. No entanto, é preciso ter em mente que pretensões maiores, exigirão esforços maiores, como gastos, estudo e dedicação.

Como cuidar de um Blog

Site ou Blog?

Embora ambos sejam feitos com os mesmos tipos de linguagem de programação (html, php, asp, javascript, etc), a maior diferença entre eles está na estrutura e apresentação. Enquanto um site geralmente representa uma empresa, instituição, os blogs costumam ter caráter mais pessoal – embora isto não seja uma verdade absoluta; muitas empresas preferem blogs para manter uma relação mais direta com clientes e funcionários.

Os sites são mais “estáticos”, com páginas atualizadas apenas quando necessário, enquanto os blogs recebem atualizações e novas páginas com frequência. Pode-se dizer que os blogs seriam algo como “versões mais ágeis e pessoais dos sites”.

Qualquer um pode ter? É fácil?

Claro que sim, basta ter disposição para escrever e postar conteúdos com frequência. Mesmo sem conhecer programação, basta estar habituado às práticas comuns da internet (como fazer cadastros em sites, gerar senhas, usar redes sociais, postar comentários e respostas, etc) para começar a blogar em qualquer plataforma grátis.

Você tem Twitter? Ele já é uma forma de blog (microblogging, como ficou conhecido). Não é tão diferente com outras plataformas.

Fácil é fator variável. Afinal, o que é fácil para um, pode ser muito custoso para outro. Se você gosta de computadores, de redes sociais, de divulgar informações, compartilhar conteúdos, de digitar, pesquisar e especialmente, se é paciente o bastante para ver algo desenvolver-se lentamente, ter um blog é pra você.

Por outro lado, se quer resultados rápidos, e jamais abriria mão de algo para passar alguma horas em frente ao seu computador escrevendo para outras pessoas, é melhor começar a pensar em outro passatempo ou ocupação. Alguns blogueiros determinados a conseguir sucesso são capazes de passar várias horas por dia ao computador, e em casos de blogs iniciantes, não é difícil encontrar quem fique até 10 ou mais horas por dia trabalhando (não que isto seja muito saudável, mas alguns sacrifícios podem ser urgentes; se não aguenta,  desista antes de começar).

Dinheiro? Alguém Ganha Dinheiro com Isso?!

Não só há quem ganhe dinheiro, mas um bom dinheiro. Alguns blogueiros profissionais deixam o mercado formal para dedicarem-se integralmente ao blog, conseguindo valores mensais muitíssimo acima de salários pagos aos profissionais de informática como professores, instrutores e técnicos.

Blog Pago

Por exemplo, o Criar Sites, do Celso Lemes – não é meu parente, antes que perguntem :biggrin: – é um dos mais conhecidos metablogs, e trata abertamente ao falar de ganhos, divulgando inclusive balanços mensais de suas despesas e lucros com o blog. Outros blogueiros (gringos e nacionais) chegam a conseguir valores acima de dezena de milhares de Reais por mês.

Será fácil alcançar isso? “Ah, mas é só ficar sentando ao computador o dia todo, sem fazer nada, escrevendo e ganhando dinheiro!” Claro que não, mas está ao alcance de qualquer um: basta dedicar-se, tem paciência para colher os frutos e buscar aperfeiçoamento constante.

E para quem não pretende ganhar dinheiro, querendo apenas um canal de interação com as pessoas, divulgar um hobby, etc, ter e manter um blog pode ser ainda mais simples.

Nos próximos posts, vamos continuar aprofundando a discussão sobre a criação de blogs, ensinando os primeiros passos para quem precisa começar do zero, e compartilhando informações adquiridas ao longo do tempo em minhas experiências com blogs

Sem regras e sem hora pra voltar pra casa

Embalos de Sábado à noite nos Estados Unidos, Dancin´Days no Brasil, lurex e cabelos rebeldes por tudo e muita discoteca: essa era a onda disco, que chegou com força total. Os homens usavam camisas de poliéster abertas para mostrar o peito cintilante de medalhões de ouro. Terno acetinado branco, com a gola da camisa preta aparecendo, então, era o “auge”, o visual de John Travolta no filme que marcou época. Para as mulheres, vestidos tomara-que-caia com saias rodadas ou vestidos usados com sandálias de tiras bem altas eram considerados looks glamurosos, enquanto tops em forma de tubo com muito brilho ou calças ultra-colantes usados com cintos estilosos e sandálias stiletto (de preferência com meias de lurex) eram para as mais ousadas.

Sem regras e sem hora

A androginia chegou nos anos 70 para ficar

No Brasil, Dancin´Days (que estreou em julho de 1978) é conhecida como a primeira novela a ditar moda. Também, quem não se lembra da cena da inauguração da discoteca Dancin´Days, em que a ex-presidiária Júlia (Sonia Braga) se solta na pista de dança com o look que resume essa tendência? Top, cabelo armado e calça de cintura alta e um show nas pistas. Muita gente se chacoalhou ao som de dance music até altas horas e as músicas daquela época fazem sucesso até hoje.

Na TV passavam As Panteras, A Família Dó-Ré-Mi, O Incrível Hulk, Anos Incríveis e nos cinemas A Fantástica Fábrica de Chocolate, Noivo Neurótico, Noiva Nervosa e nos teatros, o musical Hair.

Usavam-se calças justas acetinadas, vestidos tipo robe transpassado, plataformas estratosféricas tanto para sandálias como para botas, sandálias Anabela, cintos grossos étnicos ou franjados e bolsas de crochê (heranças hippies junto com o patchwork).

Dois estilos que tiveram seu auge nos anos 80 começaram aqui: a androginia começa com o filme Noivo Neurótico, Noiva Nervosa e com as mulheres chegando ao mercado de trabalho. Elas pegavam dos namorados blazers, calças baggies, coletes, camisões e até gravatas. O movimento punk vem como oposição ao hippie: muita raiva, protesto e atitude “do mal”. O jeito como eles se vestiam você confere na semana que vem. E também a estilista responsável pelo look punk ir para as passarelas.

Enquanto isso no Brasil…
Por aqui, os anos 70 marcaram a expansão e a profissionalização de dois fenômenos importantes: a teledramaturgia e a moda. A Rede Globo passa a sustentar quatro telenovelas diárias e passa a ser soberana da ficção brazuca. Beto Rockefeller é o primeiro anti-herói a conquistar o público, mas os Irmãos Coragem, O Bem Amado, também fazem o telespectador sorrir e se apaixonar.

Na música, o rock brasileiro tem seus primórdios, com o Tropicalismo. Fazem sucesso os festivais, Chico Buarque de Hollanda, Raul Seixas, Paulinho da Viola, Jards Macalé, Gonzaguinha e Milton Nascimento.

A diversidade de estilos e propostas também marcou a cinematografia brasileira, sem movimentos ideológicos e com o governo como responsável pela distribuição e exibição dos filmes.

Com tanto movimento cultural, o Brasil tricampeão da Copa do Mundo e o desenvolvimento da indústria do entretenimento, só poderia ter dado nisso: uma moda mais informal, com menos normas e inspirada no tempo livre.

Afinal, o que é junk food?

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Pesquisa publicada no British Journal of Nutrition mostrou que o desejo exagerado das crianças por junk food pode ser conseqüência da alimentação da mãe ainda durante a gestação. Estudos indicam que esse tipo de comida, traduzida literalmente como “comida lixo”, está relacionado ao aumento de colesterol, pressão arterial entre outras complicações para quem as ingere. Mas, afinal, o que é junk food? “O termo junk food é utilizado para referir-se a alimentos com alto teor calórico, mas com níveis reduzidos de nutrientes”, explica Eda Maria Scur, nutricionista e professora de pós-graduação do Grupo CBES (Colégio Brasileiro de Estudos Sistêmicos).

Bombons, bolachas, sorvetes, tortas, batatas, pipoca, sanduíches… Esses alimentos são alguns dos que se enquadram na categoria junk food e são consumidos diariamente e em grande quantidade. “Uma das principais conseqüências da ingestão desses alimentos é que quanto maior o seu consumo, menor a probabilidade de seguir uma dieta saudável e consumir adequadamente vitaminas e minerais essenciais”, ressalta a nutricionista. “Esse padrão alimentar está relacionado ao aumento na incidência da obesidade e de suas complicações”.

Enquanto pessoas que consomem grandes quantidades de alimentos nutritivos, como frutas e verduras, têm menor tendência a desenvolver doenças cardiovasculares, os fãs de junk food podem ter aumento significativo do colesterol e da pressão arterial, além do ganho de peso. Na infância, a ingestão desse tipo de alimento apresenta-se como uma das principais causas de obesidade e, por isso, a sua venda tem sido proibida nas escolas.

Apesar de todo mundo saber que não é saudável, é muito comum a substituição de uma refeição adequada por lanches menos nutritivos, levando a um afastamento cada vez maior de um padrão alimentar desejável. Mas o consumo de alimentos considerados junk food não acontece apenas em lanchonetes ou máquinas de venda automática. Margarinas, óleos e açúcares também enquadram-se nessa categoria de comida e devem ser consumidos com moderação. “Não há como proibir o consumo, então, o necessário é conscientizar a população para os graves problemas nutricionais que esse padrão alimentar acarreta”, observa Eda Maria Scur.

Na Escola

Para reforçar hábitos saudáveis desde cedo, o Colégio Martinus Portão acaba de elaborar o projeto “Qualidade de Vida: alimentação saudável, esporte e lazer”, com os alunos da 3ª série. “Nós refletimos com a criança o que é realmente válido na alimentação. A escola acredita que trazer essa situação para a realidade e para a necessidade do dia-a-dia é importante. Então, trabalhamos o conteúdo por esse olhar”, ressalta a diretora do Colégio, Débora Loepper Borges.

Os alunos elaboraram uma cartilha de 32 páginas com diversas dicas de saúde e informações sobre alimentos, desde pirâmide alimentar até dicas de como reaproveitar alimentos. Esse projeto, avalia a diretora do Colégio, faz com que a criança realmente aprenda a comer. “Não é apenas aquele discurso dando lição de moral, dizendo para ela não comer, por exemplo, um salgadinho. Além de saber de onde vem determinado alimento, a criança tem que saber o significado da informação que está recebendo. Por exemplo, fala-se em gordura trans, mas o que é isso e porque afinal de contas faz mal? Proporcionamos aos alunos essa descoberta”, salienta.

Noticias de Sabado 01/12/2018

EM são paulo a forte chuva que caiu entre a noite de sexta e madrugada de hoje deixou muitos estragos foram pelo menos 40 pontos de alagamentos incluindohttps://www.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/58a7505a0cf2b10cb6612521//
alguns trechos da marginal do tietê pela manhã o trânsito ficou bem
complicado em toda a cidade o índice de lentidão da act passou da casa dos 100 quilômetros bem acima da média registrada aos sábados
também houve problemas em congonhas segundo a infraero por causa do mau tempo pelo menos 19 vôos foram
cancelados e vários atrasaram em paris pelo menos 20 pessoas ficaram feridas e mais de 120 foram presas em um protesto
hoje contra o presidente manuel lima com o motivo foi o aumento do preço dos combustíveis que entra em vigor em
janeiro os manifestantes estão sendo chamados de
coletes amarelos por causa da roupa usada nos protestos na avenida champs
elysées a mais famosa da frança houve
confusão os policiais usaram bombas de gás lacrimogêneo e canhões de água latas
de lixo foram queimadas segundo o governo em todo o país 36 mil
pessoas participaram dos atos deste sábado e na argentina deve ser assinada
hoje a declaração final do g20
o encontro dos líderes das 20 maiores
economias do mundo está acontecendo em buenos aires
a grande expectativa para saber se
haverá algum tipo de acordo entre
estados unidos e china que vem travando uma guerra comercial nos últimos meses
até agora quase todos os chefes de
estado têm defendido a abertura econômica o multilateralismo e atacado o
protecionismo uma posição contrária à
defendida por donal.