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Blog Grátis, Blog Pago… Qual a Melhor Opção?

Dizem que “de graça, até injeção na testa”. Mas alguém acredita mesmo que, num serviço totalmente gratuito, a qualidade seja comparável – ou ao menos similar – a de um serviço pago? É claro que não! Então, antes de começar a criar blogs, deve-se ter em conta diversos fatores. Eles determinarão se você pode contar apenas com uma ferramenta grátis para criar seu blog, ou se suas necessidade vão além.

Opção de Blog Grátis

Serviços gratuitos sempre existiram, e provavelmente sempre existirão – na verdade, é óbvio que nada têm de gratuitos, pois bancam seu custos com exibição de propaganda e divulgação de serviços diversos, ou da própria marca. No entanto, é preciso ter consciência de que, ao utilizar algo sem pagar, você não terá qualquer direito a fazer reclamações, pedidos e até mesmo a ter acesso aos conteúdos que venha a criar. Isto para não contar que, num caso extremo, poderá perder meses de trabalho em um piscar de olhos – basta que o servidor grátis, por exemplo, resolva fechar as portas, sem aviso prévio, levando suas preciosas publicações…

Para iniciar e manter um blog, vários serviços podem (ou não) ser pagos:

Domínio

O domínio, para os leigos, é o endereço do seu futuro blog – aquela coisa formada geralmente por www.nomedoseublog.com ou www.nomedoseublog.com.br, entre outras variações. Se estiver usando um serviço de blog grátis, você poderá ter um domínio automaticamente. O WordPress gratuito, por exemplo, oferece blogs com a extensão wordpress.com; o Blogger, usa o blogspot.com. Cada plataforma tem seu próprio domínio, e usando as gratuitas, você terá obrigatoriamente que usar estes domínios também.

Ou seja, o endereço de seu blog não será www.nomedoseublog.com.br (ou similar), e sim algo como nomedoseublog.blogspot.com (Blogger) ou nomedoseublog.wordpress.com (WordPress gratuito) ou nomedoseublog.tumblr.com (Tumblr). Isto pode ser um inconveniente caso você queira algo mais personalizado, ou mais próximo do padrão .com.br.

Neste caso, você terá que adquirir um domínio pago (isto se a plataforma der suporte a domínios pagos). O custo gira em torno de R$25,00.

Vale notar também que ter um domínio próprio, pago, eleva a credibilidade do blog, já que diariamente são criados milhares de blogs que não passam de testes ou pior: blogs de spam ou conteúdos inapropriados, que sempre usam domínios grátis. Nesse caso, mesmo que seu blog seja excelente, fica prejudicado pela “má-companhia”, reduzindo a relevância dele perante motores de busca e na blogosfera de modo geral.

Hospedagem

A hospedagem é o “lugar” onde os arquivos de seu blog ficarão armazenados, e de onde serão acessados por seus visitantes – ou seja, compreende o armazenamento e acesso dos arquivos. Ferramentas gratuitas, claro, não cobram nada pela hospedagem, mas colocam algumas limitações – nada muito diferente de hospedagens pagas de baixo custo; além de oferecer menos recursos de forma geral.

A Melhor Opção de blog gratis

Que legal, então não preciso gastar com hospedagem também“. Sim, desde que seus projetos não sejam de grande importância. Isto porque, confiando seus conteúdos a um servidor gratuito, você poderá não ter acesso a alguns deles, ou até perdê-los. Suponhamos que seu blog com mais de mil posts caia na “malha fina” e seja identificado erroneamente como blog de pirataria. O que pode acontecer é o banimento do seu precioso blog, e para recuperar tudo, pode ser bem complicado… Além disso, alguns tipos de arquivo podem não ser aceitos em certas plataformas gratuitas, o que não acontece em hospedagens pagas.

Além disso tudo, está o fator largura de banda, que nada mais é senão o quanto seu blog poderá transmitir de dados mensalmente para os visitantes. O wordpress.com, blogspot, Tumblr, entre outros, não costumam apresentar problemas, mas no caso de hospedagens próprias de baixíssimo custo, o risco de ficar na mão é real. Então, é bom pagar um pouquinho a mais, e procurar empresas que outros usuários tenham recomendado.

Melhorias (Temas, Plugins)

O wordpress e blogspot oferecem temas e plugins gratuitos, mas em quantidade reduzida em relação às opções pagas. O WordPress, por exemplo, conta com uma galeria de temas na ordem da centena, contra milhares no WordPress pago. Com os plugins não é diferente. É de se esperar que, naturalmente, pagando, tenha-se bem mais opções do que na versão grátis.

Manutenção

Outros gastos, como manutenção do blog (como fazer se acontecer um bug e você não conseguir resolver de jeito nenhum? Jogar o blog fora e começar outro ou pedir ajuda de um profissional?), podem ocorrer casualmente, mas se você tiver bons conhecimentos de programação de sites e blogs, o que inclui HTML, PHP, Javascript, etc, estes custos podem ser muito reduzidos ou zero.

Falando de dinheiro, estes são os principais gastos que você pode ter se escolher serviços pagos ou grátis.

Mas Qual Escolher, Afinal?

Como disse, isso vai depender do que você quer para seu blog. Que tipo de pretensões tem sobre o futuro dele? Ser um pro, com milhares de visitas diárias, ganhando dinheiro e vendendo produtos e serviços, ou só passar o tempo, escrevendo por diversão, sem nenhum compromisso? Dificilmente alguém quer gastar com algo que não tem futuro ou que é só “lazer”, ainda mais se houver uma opção grátis, mesmo que de qualidade duvidosa.

Lembre-se que grande projetos começaram com pretensões bastante modestas. De repente, o blog que você fez para compartilhar informações com um grupo de amigos, cai no gosto de muita gente e logo você se vê diante de muito mais visitas do que estava estruturado  para ter – e começam os problemas com servidor, blog fora do ar, spam às centenas… Aí, uma ferramenta grátis certamente não será o suficiente.

Se você ao menos quer ter um blog respeitável, com sólidas perspectivas de crescimento, e principalmente, se já tem alguma experiência com blogs, a melhor opção é usar ferramentas pagas – elas lhe darão toda a segurança e conforto que precisa para crescer. Isso, somado à dedicação no trabalho e no contante aprendizado, poderá levar seu blog às alturas.

Se por outro lado, está em sua primeira investida no campo, tem pouquíssima experiência no assunto e na informática de modo geral, se o blog não é tão importante (você não teria um grande problema se perdesse o blog de repente), então a gratuidade pode ajudar com o aprendizado que você precisa para, num futuro breve, partir para planos maiores.

Como usuário de WordPress, sempre vou recomendar esta plataforma como a melhor para criar seu blog, seja ele gratuito ou pago. Para saber um pouco mais sobre o assunto, recomendo que leia meu outro artigo, publicado em meu outro blog, o Tutoriart: Diferenças Entre WordPress.com e .Org.

Em breve, vou aprofundar a comparação entre as plataformas de blog por aqui. Por enquanto é isso. Se tiverem opiniões,

Drible a alta do dólar turismo e viaje sem prejuízo

O dólar turismo está mais caro. A moeda, considerada o principal índice de câmbio internacional, já ultrapassou a margem dos três reais e não favorece em nada quem pretende colocar os pés no exterior.

Se a ideia é ficar dentro do país, o período é ótimo. Por outro lado, para os países estrangeiros, as dificuldades começam na compra das passagens e vão até o momento de levar aquelas lembrancinhas para casa.

Mas não se apavore. É possível viajar de forma controlada e evitar prejuízos. Mesmo com o dólar turismo tão alto, alguns destinos podem ser econômicos e bastante interessantes.

Veja como é possível planejar uma viagem com orçamento menor e descubra destinos propícios para conhecer nesse momento de valorização da moeda norte-americana.

Drible a alta do dólar turismo

Explorar as ruas de Buenos Aires a pé é um ótimo programa. Foto: iStock, Getty Images

Dólar turismo: Opções baratas na América Latina

Uruguai

Do ladinho do Brasil, é possível ir ao Uruguai até mesmo de carro. O país é repleto de natureza e praias. Nas ramblas, é possível relaxar e desfrutar de paisagens da imensidão marítima no meio de cidades como Punta Del Este.

A capital, Montevidéu, é um centro econômico forte e cheio de atrações baratas, mas nem por isso menos interessantes. Dá para visitar museus de arte, teatros, mercados, shoppings, bares e o comércio de rua.

Argentina

Na Argentina, também vizinha do Brasil, está a cidade de Buenos Aires. Lá, o dólar turismo quase não afeta os passeios. A Casa Rosada, sede da presidência, e o Caminito são atrações que encantam qualquer visitante.

Puerto Madero é uma região considerada bastante elegante na capital argentina. Bares e restaurantes preenchem o local, ideal para encontros românticos.

Honduras

No meio das Américas está Honduras, um país repleto de florestas tropicais e praias caribenhas. Em Tegucigalpa, a capital, você encontra opções de passeios que levam a antigos centros da civilização maia. Os preços são bastante atraentes e você nem sentirá que o dólar turismo está custando mais de 3 reais.

Viajando para longe na alta do dólar turismo

viaje sem prejuízo

Grécia

Recentemente, a Grécia passou por uma crise econômica. Nesse país do Mediterrâneo, a alta do dólar turismo é pouco sentida pelos visitantes. Aproveite para conhecer as ilhas de Mykonos e Santorini, que têm boa infraestrutura turística.

Os preços de hospedagem variam bastante. Na ilha de Creta, as opções gastronômicas são diversas e você gasta pouco. O valor mais alto vai ser o das passagens aéreas.

Índia

Para ir de mochilão ou conhecer o lado mais sofisticado do país, a Índia é um dos destinos mais baratos. O país possui inúmeros pontos turísticos, desde as montanhas do Himalaia até os palácios.

Os preços variam muito, sendo mais altos nas cidades como Nova Déli e Mumbai. Também é possível economizar viajando de trem e se hospedando em hostels, que possuem valores acessíveis e boas acomodações.

Indonésia

Se você é apaixonado por praia, certamente já sonhou em visitar a Indonésia. O arquipélago é formado por milhares de ilhas e atrai principalmente surfistas. As ondas de Bali, Comodo e Sumatra são algumas das mais procuradas para quem se dedica ao esporte.

Em Jacarta, a capital, os hotéis têm preços bem acessíveis. Hostels também estão presentes em guias turísticos do país. Procure aquele que cabe melhor no seu bolso.

Pronto para viajar sem gastar muito? Conte para nós qual é seu destino favorito! E não esqueça de curtir nossa página no Facebook para conferir dicas de bem-estar e ficar ligado em todas as novidades do Vivo Mais Saudável.

6 dicas para um controle de gastos sem mistério

O controle de gastos contribui para manter a vida financeira saudável e conseguir honrar com as despesas assumidas. Além disso, também orienta a tomada de decisões futuras com mais segurança e tranquilidade.

Fazer o planejamento das finanças pessoais permite saber quando se pode gastar e quando é preciso economizar, mantendo o saldo no azul e evitando imprevistos. Assim, fica mais fácil ter controle e não cair na tentação de comprar algo que não seja necessário, ou que não caiba no orçamento naquele momento.

Registrar ganhos e despesas facilita a tomada de decisões financeiras. Foto: iStock, Getty Images

Primeiros passos para o controle de gastos

1. Organize os ganhos e gastos

Pode ser com uma planilha, um caderno ou até mesmo um aplicativo de celular, mas o importante é “colocar no papel” todos os ganhos e gastos mensais. Assim, você consegue fazer uma previsão bem específica, que facilita o controle de gastos.

Com a planilha, você fica sabendo quando pode gastar e quando precisa segurar as rédeas. Se a conta final entre entradas e saídas der um resultado negativo, é hora de começar a cortar algumas despesas.

2. Reconheça os tipos de despesa

Para planejar as finanças pessoais com eficiência, é preciso conhecer os tipos de gastos e quanto eles representam da sua renda. Identifique o que é essencial (moradia, contas básicas, transporte) e o que é dispensável ou passível de redução (academia, roupas, beleza). Diferenciar essas despesas ajuda no controle financeiro, principalmente quando surgem imprevistos ou é preciso economizar.

3. Controle os impulsos

Organizar, planejar e prever os gastos não vai adiantar, se você não seguir os planos e controlar os impulsos de consumo. Uma boa dica é, antes de comprar qualquer produto, pensar bem se aquilo realmente é necessário naquele momento. Se a resposta for sim, mas o saldo não permitir a compra, programe esse gasto para o próximo mês em que for possível encaixá-lo no planejamento. Saiba Mais Problemas financeiros tiram o sono e afetam a saúdeFuja do endividamento com dicas simplesOrganize sua planilha de gastos e tenha controle das finanças

Economias para o futuro

4. Economize no dia a dia

Pode não parecer, mas pequenos cuidados no dia a dia podem fazer uma grande diferença no fim do mês. Atitudes como apagar a luz quando você não estiver no cômodo e fechar a torneira ao escovar os dentes, por exemplo, contribuem para quem quer ter controle de gastos e economizar nas despesas fixas.

5. Tenha uma reserva

Ninguém está livre de passar por imprevistos financeiros e ter gastos surpresa num momento ou em outro. Para que isso não prejudique as despesas fixas nem resulte em novas dívidas, é indicado ter sempre uma reserva para emergências. Guardando uma pequena quantia todo mês, fica fácil juntar um bom fundo para essas situações.

6. Mude os seus hábitos

Planejar as finanças pessoais de forma certa e fazer ocontrole das despesas é uma tarefa que exige disciplina e dedicação. A mudança de hábitos é muito importante para seguir o planejamento e manter-se no azul. A recompensa no fim do mês vale a pena: não falta dinheiro para os gastos fixos e, com o tempo, até sobra uma quantia para a poupança.

Para você, qual é a parte mais difícil do controle de gastos? Deixe um comentário! E aproveite para conferir outras dicas de bem-estar aqui no Vivo Mais Saudável.

10 Mentiras mais usadas pelos clientes para web designers

1. Tem como fazer de graça agora e na próxima vez a gente compensa?

Claro. Vou ficar o mês inteiro (dependendo do tamanho do trabalho) trabalhando de graça pra você sem ganhar nada; afinal não preciso pagar as minhas contas… tudo bem, quem sabe depois de alguns anos você não resolve fazer outro trabalho comigo. Haha! Piada né?

Mentiras mais usadas pelos clientes para web designers

2. Nós só iremos pagar depois que o trabalho final for aprovado.

Mesmo problema da lorota desculpa anterior. Sempre peça um sinal antes de começar o trabalho ou então especifique no contrato que você vai receber 10% ao assinar o contrato, 20% depois da segunda etapa e o resto no final do trabalho.

3. Faça esse trabalho pra gente, você terá uma grande exposição e os clientes irão lhe aparecer aos montes.

Se “grande exposição” pagasse contas e colocasse comida na mesa, quem sabe? Mas como até hoje isso não aconteceu, eu prefiro receber em dinheiro. Por acaso você diz para o médico “o senhor pode fazer essa cirurgia em mim, todos os meus amigos irão ver! Assim o senhor vai conseguir vários clientes!” Acho que ninguém diria isso a um médico certo? Então por que dizer a um designer?

4. Nós ainda não temos certeza se contrataremos você, por que você não deixa esses esboços comigo para que eu fale com o meu sócio?

Em menos de meia hora, ele já terá ligado para 10 agências, 20 designers e 3 sobrinhos perguntando quanto eles iriam cobrar para fazer exatamente o que você descreveu no seu esboço. E no outro dia você será informado de que você estava cobrando muito caro e que infelizmente o sócio dele fechou o negócio com outro designer. E você fez uma consultoria gratuita para ele. Sugestão: antes de fechar o negócio, não deixe nenhum material, esboço ou algo do gênero com o cliente.

5. Pra que contrato? Afinal você é o meu camarada não é?

Claro que sou, mas já diz o velho ditado “amigos amigos, negócios a parte”. Afinal pra que por em risco uma bela amizade por causa de um pequeno um mal-entendido durante o projeto ou por causa de um “disse-não-disse” ? O contrato é essencial, sempre!

6. Me mande a conta depois que você mandar o trabalho para a gráfica.

Por que não pagar antes? Afinal, você já fez o seu trabalho! Essa é uma tática muito usada para pedir alterações no trabalho depois que ele já foi aprovado pois como você ainda não recebeu o seu pagamento, você será “obrigado” a fazer estas alterações.

7. Mas o último webdesigner fez isso por R$ XXX !

E o que você tem com isso? Se o outro webdesigner fez mais barato, contrate-o! Pois se o cliente está falando com você, quer dizer que o outro cara não era tão bom né? Valorize o seu trabalho, não cometa esses absurdos que vemos hoje na internet de pessoas que se auto-proclamam webdesigners cobrando 200-300 reais por um site.

8. Nosso budget máximo é de R$ XXX.

Então ele que arranje um sobrinho dele que faça por esse preço. Se ele só dispõe de R$ XXX para gastar com o projeto, então deixe claro para ele que você pode até fazer por esse preço mas que o resultado será respectivo ao valor pago. Não estou falando para você fazer de qualquer maneira, mas ao invés de fazer o site em AJAX com Ruby e Silverlight, faça-o em XHTML e PHP.

9. Nós não temos como lhe pagar por esse trabalho no momento. Tenho uma idéia, você faz esse de graça, nós iremos ganhar um dinheiro e depois lhe pagamos!

Essa é clássica! Se eles estão falando que estão sem dinheiro é porque a coisa deve estar realmente feia e já devem ter uns 15 na lista de pindura. Quando ele ganhar um dinheiro, se ele ganhar, com certeza terão várias pessoas na sua frente para receber. A não ser que você tenha um espírito empreendedor e queira investir no seu cliente, não concorde com essa idéia.

10. É que estamos sem dinheiro…

Evitar essa desculpa é impossível, então para resolver essa questão sem se estressar, já dê o valor um pouco mais alto, assim, quando o cliente começar a barganhar você desce o preço até o real valor.