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Pensamento mágico empreendedor

Lembra daquela sensação forte que temos quando estamos muito alegres, de que podemos mudar muitas coisas em nós mesmos e no mundo em que vivemos? Esse é o estado de espírito que gera a fagulha do pensamento mágico empreendedor que move o mundo.

Costumo dizer que o empreendedor deve ter peito de aço para ser capaz de manter esse pensamento mágico vivo em si diante de diferentes níveis de agruras e adversidades, sem perder o intento em seu objetivo maior. Ir além do “sim” e do “não” e do “agora não posso pois estou ocupado”, sabendo que não há nada mais importante e vital para se ocupar. Ir além do sucesso e do fracasso, da fama e da corrida insana pelos resultados e pelo dinheiro. O empreendedor criativo deve simplesmente ter um objetivo maior para poder suportar e se destacar em seu meio.

Esse objetivo maior deve estar ligado à sua ideia de mundo e sua visão de melhoria a médio e longo prazo. A gana em ganhar muito dinheiro poderá movê-lo por um bom tempo e poderá leva-lo a bons lugares, mas a força interna que surge de um legítimo objetivo será seu único guia para tomar  as decisões mais importantes e saber qual é o caminho mais inteligente e principalmente para ter coragem e certeza que de ter muito, mas muuuito mais possibilidades do que seus possíveis competidores, sejam elas StartUps ou Mega Corporações. O empreendedor criativo ganha ímpeto e força ilimitada apenas com seu trabalho e sua convicção.

Não quero ser romântico nem idealizar a imagem de um super herói dos negócios, pessoas que transcendem sua realidade. Sabemos que nada disso existe e que todos esses prodígios são realizados por pessoas comuns que resolvem aventurar-se em novíssimas frentes por sentirem-se insatisfeitas com o cenário atual e acreditarem que podem e devem, mantendo acesa em si a chama do novo, seguindo com bravura a estrada do pensamento mágico.

Mas afinal, em que consiste esse tal pensamento mágico empreendedor? Trata-se justamente de fazer tudo o que a sociedade menos valoriza: ser livre. Liberar a própria mente para o fluxo de ideias e insights que o universo nos proporciona em abundância, mas que estamos fritando as pestanas demais na frente do computador para captá-las. Significa seguir com responsabilidade nossos instintos infantis na forma de brincar com realidades e conceitos, o  brincar despreocupado e criativo com as possibilidades e realidades, libertando-se de  barreiras culturais e impedimentos lógicos.

aprenda aqui oportunidade de trabalhar em casa

Não somos mais crianças, pois temos uma bagagem cultural e social intensa que adquirimos por imitação dos demais. Isso não quer dizer que perdemos totalmente nosso pensamento mágico e brincante, podemos sim recuperar essa fundamental ferramenta para a evolução de  nós outros e  para o avanço como humanidade. Somos tão sensacionais como humanos que podemos estudar demais um assunto pesquisando profundamente e depois largarmos de lado toda aquela informação. Nosso cérebro é maravilhosamente preparado para processar e criar novas conexões com todo esse conhecimento e, acredite,  essa máquina neural é tão sofisticada que pode processar sozinha esses conteúdos e gerar novas ideias de excelência. Sem grande esforço, para percebermos essas ideias é preciso nos libertarmos do condicionamento de nossa mente consciente, muitas vezes isso acontece em um momento de distração ou de descontração. Essa é a origem das grandes ideias, caem em nosso colo constantemente como sinais prontas para serem vividas e alimentadas.

Esses grandes insights e ideias inovadoras não surgem “do nada”, elas advém  justamente de nosso poder intenso de processamento revelada em nosso ócio criativo. É bem verdade que nosso cotidiano é repleto de pressões externas que influem e matam esse fluxo, revelando-se em forma de acontecimentos, afazeres intermináveis, preocupações e responsabilidades, capazes de travar ou inutilizar esse poder abstrato. Abafamos ainda por livre e espontânea vontade o que nos é mais valioso, para depois culparmos a sociedade (da qual somos sócios) e à cultura atual. Simplesmente somos nós os verdadeiros culpados por aceitarmos essa quebra do fluxo do pensamento mágico, assim como somos também os responsáveis únicos em recuperar este poder miraculoso.

Mais importante que o pensamento mágico é sem dúvida nenhuma colocá-lo em prática, o FAZER. É justamente esse fator que difere o empreendedor dos viajantes cheios de ideias intangíveis à realidade. Mirabolantes e com enorme potencial, todos nós temos ideias advindas do pensamento mágico empreendedor pelo menos uma vez em nossas vidas e não raro tem muita relação com nossos objetivos mais enraízados, pessoais e as vezes até espirituais. Mas vincular a iniciativa com a persistência e acabativa é o que traz o resultado e toda a diferença, que e as vezes nos falta e que diferencia por completo um fluxo de IDEIAS  criativas do fluxo de REALIDADES alternativas.

Nessa questão milhares de projetos que poderiam trazer contribuições, tanto pessoais como comunitárias, morrem no lodo da inação, descrença e desânimo Por isso o maior desafio do empreendedor da economia criativa é justamente acreditar em suas abstrações a ponto de banca-las em seu presente, simplificando sua execução e arregaçando as mangas para fazer de seus sonhos, realidade.  Quando temos ideias sensacionais e verdadeiras e não as realizamos criamos em nós um grande vácuo existencial, mas mesmo o fato de guardá-las a sete chaves para nós mesmos não irá impedir com que outras pessoas às percebam e às realizem. É incrível, mas em pouco tempo outra pessoa acaba tendo essa mesma ideia a realizando-a, deixando-nos pasmos, desconfiados e até mesmo nos sentindo roubados.  É como se as ideias estivessem pairassem no ar, prontas para quem tiver o pensamento mágico captá-las e  garra para realiza-las. Nada mais justo.

Ainda mais importante no processo de concepção de uma hipótese de mercado será a vivência efetiva dessa ideias na prática mercadológica. Da validação das propostas com clientes reais, potenciais usuários e beneficiários surgirão os principais conselhos, críticas e principalmente os caminhos a serem percorridos para dar continuidade e fluidez ao processo de criação, sendo ao mesmo tempo prova de fogo do pensamento mágico empreendedor inicial e alicerce para seu desenvolvimento primordial como negócio, com resultados tangíveis e previamente validados quanto utilidade, escalabilidade e lucratividade expressiva.

Antes de ver uma televisão funcionando ninguém e sã consciência poderia imaginar que um objeto poderia transcender o mundo físico naquele nível, levando ao ar acontecimentos e situações, imagens, sons de diversos lugares distintos passando de forma mágica e instantânea.  Apenas um projeto executivo, documentações ou desenhos técnicos não seriam capazes de convencer as pessoas, mas o fato de haver uma televisão funcionando é inquestionável e real, ela existe. Daí a impressão cotidiana que aquele objeto sempre existiu e esteve ali, como se fosse uma inspiração dos Deuses realizada pelos humanos. Podemos dizer que a sensação procede, mas na verdade para aquele objeto estar ali disponível para nosso uso, foi preciso que alguém realizasse o pensamento mágico empreendedor, para trazer aquela invenção do mundo abstrato das ideias para o mundo real, físico, tátil e simbólico.

É muito natural e até bom que as pessoas estranhem quando acreditamos, bancamos e realizamos nosso pensamento mágico empreendedor com firmeza levando isso em nossas vidas até as últimas consequências. Em geral perdemos nossos referenciais sobre esse maravilhoso processo pois estamos presos no conforto e nas facilidades das soluções simples dos outros, que podem ser sensacionais mas nos deixaram paralíticos ou robotizados frente à nossa verdadeira essência. No fundo sabemos que não estamos distantes o bastante desse pensamento pois somos capazes de detectar essa linha de pensamento nos objetos, nas realizações alheias mas principalmente em nossas próprias ideias sensacionais. Reconhecemos essa riqueza mas ainda assim insistimos em cortar o fluxo em nós mesmos, talvez por uma longa preguiça existencial. Isso nos causa grande pressão, digna de um Big Bang , e daquele grande descontentamento e sensação de impotência perante ao mundo,  começam a surgir faíscas que acabam por causar a grande explosão do pensamento mágico empreendedor. Isso pode acontecer com pessoas que vivem uma vida de estabilidade e regalias com cargos de respeito, igualmente com pessoas desempregadas e sem uma atividade profissional definida. Deriva mais comumente de um ímpeto pessoal e íntimo das pessoas para com a sociedade e imdependem de classe ou personas sociais.

Não importa se dentro de uma empresa, criando um novo negócio ou StartUp ou realizando um grande sonho que exigirá  mudança brusca. Manter nosso pensamento mágico empreendedor é o caminho para encontrarmos sentido, sabermos de fato quem somos identificado àquilo que fazemos. É como acordar do sono profundo de conformismo, renascendo para uma realização pessoal intransferível.

Para isso é preciso muita coragem e persistência, pois o dia-a-dia é real e traz problemas e questões que nos testarão das formas mais extremas e variadas em seus pontos fracos e vulnerabilidades que por vezes abafam o fogo de palha inicial. Desafios e impedimentos agem como filtros de resistência para as grandes ideias e são como pequenas agulhas que insistem em nos perfurar e que com o tempo aprendemos a trabalhar, chegando ao ponto ideal de tirar forças das adversidades desse jogo de acupuntura. Nessa hora fica mais nítida a importância e o valor da força dos nossos sonhos, pois será precioso que sejam esse impulsos íntimos, elevados, relevantes e reais o bastante para você.

Para realizar o pensamento mágico empreendedor e ter sucesso nesse empreendimento criativo, mais importante ainda que dinheiro ou o tão valorizado e ilusório “sucesso”, o empreendedor criativo se valerá de seu ímpeto criativo e terá como base seu ideal sonhador inicial, desenvolvido pelos clientes em proposta de valor conveniente e inovadora. É a realização não apenas de desejos e anseios pessoais, pois reflete o pensamento mágico de toda uma geração dando-lhe forma, cor, função e existência.
Mais que um negócio próspero, é um legado de inteligência e percepção humana a serviço de seus iguais.

Legado Oscar Niemeyer: As curvas empreendedoras

A gente nunca imagina que vai ver certas coisas acontecerem. Mas a vida é implacável. Curta e dura – como diria Oscar Niemeyer, que morreu dia 05/12, aos incríveis 104 anos de genialidade, criatividade e empreendedorismo.

Empreendedorismo?

Sim. Taí um cara que empreendeu a vida toda. Iniciando, aprendendo, ousando, errando e acertando. E por isso e por como sucedeu-se seu processo, podemos falar que ele é um dos maiores brasileiros de todos os tempos.

Muitas vezes as pessoas acham que empreender é montar um negócio, fazer umas vendas, valorizar “o passe”, vender o negócio ou sustentá-lo por anos e perecer – o que é a única certeza deste processo tortuoso e divertido que chamamos de vida – com algum dinheiro no bolso para nossas despesas e de possíveis herdeiros.

Vou chamar o Niemeyer para nos ajudar a, de uma vez por todas, mudar esta perspectiva. E ele vai nos ajudar bater uma tecla que eu disse no meu primeiro post aqui no blog.

Legado Oscar Niemeyer

Vamos nessa?

Niemeyer teve uma vida boêmia em plena Belle Époque carioca, rodeado por mulheres e pelo efervecente cenário do samba carioca na década de 20. Isso vai influenciá-lo anos mais tarde, mas aguardem algumas linhas para isso… rs.

Traço de Niemeyer ao descrever sua primeira residência, no bairro das Laranjeiras (RJ).

Ele começa a trilhar sua trajetória em 1929 ao entrar para a Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro (dirigida por Lúcio Costa e influenciada claramente pelo pensamento e artistas modernistas vindos de São Paulo) , saindo dela formado em Arquitetura e Engenharia. Idealista e comunista – feitos que vão perpetrar sua trajetória – sente-se incomodado com o desenho vigente da arquitetura local. Vê no escritório do diretor da faculdade a oportunidade de experimentar as novas perspectivas em mente e aceita trabalhar de graça, mesmo passando dificuldades financeiras.

Niemeyer e Costa: uma relação de aluno-diretor e chefe nos tempos de faculdade e escritório no RJ que subiu à alcunha de parceiros na construção de Brasília.

Pausa: O que isso tem a ver com o mundo empreendedor? TUDO!

Vejam só: ele tinha uma visão clara do que queria, talvez ainda sem uma missão, mas ele sabia o que queria. E seu ideal ia muito além de ganhar dinheiro. Se este fosse o caso, iria explorar o mercado vigente neocolonial ou o art déco… Foi atrás da sua visão, mesmo sabendo que a curva de ganhos poderia ser árdua.

Play: Continuando.

Os anos se passam e nota-se mais um elemento que influencia a trajetória de Niemeyer: Le Courbusier, arquiteto de vanguarda franco-suíço que, entre outros pontos, pontuava sua criação pelos vãos livres em suas obras, o que permitiria livre circulação de pessoas quando falamos do piso térreo e da plena abertura de janelas quando falamos de edificações. Assim ele, Lúcio Costa e o estagiário Niemeyer, com outros parceiros (Portinari incluso), constroem, em 1939 a serviço de Getúlio Vargas o prédio do MEC no centro do Rio – considerada a primeira obra de arquitetura moderna no país. E que colocou o Brasil em posição de vanguarda mundial uma vez que muitas nações estava colocando suas cabeças mais brilhantes a serviço da II Guerra Mundial (para um empreendedor, leia-se oportunidade de mercado).

Prédio do MEC e o seu vão com obra de Portinari em azulejos ao fundo.

Mas lembrem-se: Niemeyer é um sujeito idealista. Comunista. E que tinha fascinação por curvas – Rio de Janeiro e mulheres inclusas.

Conhece Juscelino Kubitschek (JK) em 1940 e recebe a incumbência de construir edificações para uma parte da cidade a ser habitada – a Pampulha. Sua obra mais categória, A Igreja marca o pontapé da sua proposta seminal de trabalho, composta por retas e curvas com base no concreto armado. Ou como ele disse décadas depois: “Com a obra da Pampulha o vocabulário plástico da minha arquitetura, num jogo inesperado de retas e curvas, começou a se definir.”

Marco inicial: igreja Pampulha.

Sua proposta choca e destaca-se o suficiente para, em 1947, ter o seu projeto aprovado para a construção do prédio-sede da ONU em Nova Iorque, com o “mestre” Le Corbusier como parceiro. E, dez anos depois, chamado por JK para o ousado plano de uma capital no centro do país, lidera o processo que traz em Lúcio Costa o plano-piloto de Brasília, ao qual Oscar pincela obras como o Palácio do Planalto, o Palácio da Alvorada, a Esplanada dos Ministérios e outras edificações. Todas repletas de curvas, retas, vãos livres, plena visualização e acesso público.

Esta foto não é da semana passada; tem a idade da minha mãe (!) Niemeyer verificando as obras de Brasília com o Palácio do Planalto em construção atrás.

PAUSA.

Empreendedor, o que você vê aqui que falamos ao longo do ano?

– Reforço da sua visão de uma arquitetura moderna e inventiva;

– Criação de uma missão, composta por sua arquitetura poética, repleta de curvas, retas e as influências. REPERTÓRIO!

– O escoreamento em tutores, como Lúcio Costa e Le Courbisier, e a posterior suplantação deles. + REPERTÓRIO.

– O início em pequenos passos pouco remunerados (Lean Startup?), mas que valida suas crenças e hipóteses (Customer Development?)

Vamos soltar o play de novo. Não vou me estender muito.

Podemos dizer que após Brasília, sua obra-prima, finalmente temos um Oscar Niemeyer arquiteto-empreendedor de grande porte. Precisa reinventar-se como profissional (Business Model? Canvas?) após seu comunismo custar-lhe a estadia e o trabalho no Brasil, e sai projetando na Europa e África (dois Oceanos Azuis aonde havia somente construções seculares e/ou nada?) – destaque para a Argélia pautada em ideais socialistas em pleno final dos anos 60. Volta ao Brasil na década de 80 consagrado e constrói o MAC de Niterói, os Museus que levam o seu nome na mesma cidade e em Curitiba, o Edifício Administrativo Tancredo Neves em BH, entre outras obras no Brasil e no Exterior.

E trabalhou até horas antes de morrer. Não deitou eternamente em berço esplêndido, foi à luta e foi combativo até o fim – como um bom comunista. Mesmo em seu leito final, não discutia o fim de sua trajetória, mas o início dos projetos que seu escritório estava realizando.

Aos 102 anos, apresentando o projeto de seu museu na Espanha.

No fim resumiria a trajetória de Niemeyer e o porquê dele ser um dos maiores brasileiros de todos os tempos em duas falas que resumem, não por coincidência, muito do que um empreendedor leva como modelo mental:

“A vida humana é muito pequena e muito dura e é preciso não desistir dos ideais, pelas mudanças políticas e sociais necessárias. Por isso, temos ainda um longo tempo de luta pela frente”

“Digo aos recém-formados que não basta estudar na escola. Tem que conhecer a vida, os problemas, a miséria e estar pronto a participar, a compreender a vida

Como brinde, seguem dois vídeos: um resumo do DOC “A vida é um sopro” com muitas das crenças dele, e o comercial que a Braskem fez com seu poema (sim ele era poeta – lembram-se do repertório?) e sua obra – o troféu do GP Brasil de F1 feito em plástico de cana-de-açúcar (tenho uma réplica em casa, o que hoje me deixa orgulhoso rs).

Morre o homem. Fica o legado. Nasce o mito. Boa eternidade a Oscar Niemeyer e boas retas e curvas pra vocês!!!

O que fica é eterno.

Tendências para 20XX e o que isso tem a ver com o seu planejamento

Estamos naquela época do ano de novo. Não falo do natal ou do ano novo, mas sim do meu aniversário do período em que empresas, agências e consultores sentam-se juntos para traçarem suas estratégias do ano seguinte. É um momento fundamental de estruturação das ações que, hipoteticamente, serão responsáveis por levar a empresa a cumprir com a sua missão e concretizar sua visão. De preferência superando a concorrência e gerando o máximo de lucro no processo, claro.

Planejando o próximo ano. Não que isso vá dar certo.

Empreender

É também um momento frustrante, pois planejamos na tentativa de antever oportunidades e ameaças mesmo sabendo que nem todas elas acontecerão exatamente como foram previstas. A inevitabilidade desse fracasso faz parte, e só aumenta a importância do exercício de planejar. No entanto, em uma era de tanta competitividade e overdose de informação ficamos ansiosos para nos mantermos à frente da curva, e esse sentimento alimenta a demanda por um ciclo de artigos, pesquisas e posts que se repetem continuamente apontando “as tendências para o próximo ano”. Ou seja, em nosso exercício “Sísifico” de tentar identificar oportunidades futuras, nos tornamos oportunidade para outros – que certamente agem pautados em interesses próprios. É irônico, talvez poético, ou trágico, dependendo de qual extremo você se encontra. Pior ainda. Como não somos capazes de visualizar o futuro, não temos capacidade de determinar quais destas “tendências” apontadas em pesquisas irão se concretizar de fato ou não, certo?

Errado!

Antes de se empolgar tentando implantar todas as tendências apontadas em pesquisas de terceiros no seu próximo planejamento, observe alguns detalhes.

1. Contexto

Toda pesquisa é realizada dentro de um contexto e este impacta diretamente nos resultados. Falar de mobilidade nos EUA é completamente diferente de falar do mesmo tema no Brasil. No primeiro os smartphones já possuem uma base de usuários consolidada e redes 4G/LTE avançam rapidamente, enquanto no segundo há uma predominância dos chamados featurephones e 4G sequer foi implantada ainda. Ou seja, investir em apps robustos que requerem conexão de alta velocidade faz total sentido no primeiro, ao passo que no segundo um web App simplificado tem potencial para atingir uma maior base de usuários.

Mas mais do que olhar contextos amplos, é nosso dever pensar as tendências aplicadas no contexto do público especifico que queremos atingir.

Voltando ao exemplo da estratégia mobile, observei recentemente no Analytics de um cliente que 20% dos acessos são de usuários do iOS, perdendo apenas para o Windows, e em terceiro lugar vem o Android com 12%. Em outras palavras, 1/3 da audiência é usuária de smartphone. Para ele o contexto certamente é diferente do geral e talvez já nos caiba pensar em mobile como tendência para o ano que vem. No entanto, também tenho clientes cujos acessos via mobile correspondem a menos de 10% do total, tratando-se de um público mais velho que acessa a internet de um desktop no trabalho principalmente. Nesse contexto ainda não é preciso fazer um investimento dedicado em mobile. Ainda.

2. Cuidado com a hype

Às vezes perseguimos tão cegamente a última novidade a fim de obter vantagem competitiva que esquecemos de detalhes fundamentais.

Ao longo de todo o meu curso de Administração ouvi diversas “histórias de terror” acerca de implantações mal-sucedidas de sistemas de ERP, mas todas elas tinham um ponto em comum: a empresa, na ânsia por estar dentro das ‘tendências’, esquecia de envolver toda a organização no processo de avanço. As chances dessa atitude gerar deficiências e custos desnecessários no futuro são grandes.

Imagine a situação: você acredita que a empresa precisa implantar o uso de Social CRM, pois várias pesquisas apontam a sua consolidação como tendência. A empresa resolve bancar a ideia, mas ninguém do atendimento é treinado para saber como usar aquilo. Pior. Não basta conhecer tecnicamente a ferramenta, é preciso entender as vantagens do seu uso e no que ela contribui para o trabalho de quem operacionaliza e para a organização como um todo. Essa última parte parece ser o erro mais recorrente na implementação de novas tecnologias tidas como ‘tendência’. O problema que isso gera são profissionais subutilizando um recurso e por vezes desmotivados, incomodados com o fato de terem que se adaptar a uma nova rotina de trabalho “por nada”. Na hora de pensar em novas tendências para a sua estratégia, o profissional que está na ponta da operação deve ser levado em consideração tanto quanto quem está no topo.

Cada um na sua hype.

3. Monitore e repense

Tendências não surgem de uma hora pra outra no final do ano, tendências são construídas ao longo de meses/anos a partir da busca por novos padrões e difusão dos mesmos dentro de um determinado contexto. Parece difícil de entender? Nem tanto. Como apontei no item 1, a partir de um monitoramento realizado no Analytics pude detectar uma tendência para o ano posterior antes de qualquer pesquisa de fim de ano me dizer – ou não, como no caso do cliente com menos de 10% de acesso mobile. Meses atrás já havíamos otimizado o site para mobile e, a partir dos números mais recentes, já estamos discutindo alguns ajustes mais profundos. Isso me leva a outro ponto: a estratégia não pode ser algo engessado.

Tenha ações, metas e prazos bem definidos, mas não caia no erro de tornar o monitoramento apenas mais um relatório de rotina. Ele deve servir para impactar a estratégia ao longo da sua implementação, balizando-a conforme os resultados verificados até então. Reuniões periódicas são fundamentais para que isso aconteça e todos estejam cientes, reagindo e se antecipando de acordo.

Fazendo esse dever de casa, você perceberá que seu desespero diante do ciclo anual de pesquisas de “tendências para o próximo ano” é completamente desnecessário.

Não estou dizendo que estes estudos são fajutos ou que eles não tem importância, muito pelo contrário. Quando bem fundamentados, são instrumentos essenciais para entendermos o contexto geral antes de partirmos para uma reflexão acerca do nosso caso específico.

Na verdade o que estou querendo dizer é que, se a sua organização pratica o ato de monitorar e repensar sua estratégia continuamente, observa o contexto em que está inserida e olha para a implantação de novos processos de maneira ampla visando todos os envolvidos, o que é tido como “tendência” não passa de uma evolução natural.

Empreender – O que te motiva?

Este post de hoje será provocador.

Na verdade cheguei domingo, na véspera de escrever este texto (e outros para iniciativas bacanas que saberão ainda esta semana) e me deparei com a seguinte pergunta – além de não saber exatamente o que escrever aqui (rs):

Empreender

– O que me motiva a escrever?

Hoje, para mim e todos os baristas deste all star team que é o Café com Blogueiros escrever é uma forma de empreender. Para mim escrever aqui é uma forma de ter minha voz ecoada além dos meus seguidores do Facebook e Twitter, levando a mensagem que empreender é uma, senão a principal, forma à qual chegaremos na plenitude do potencial transformador de um indivíduo, um grupo e/ou uma sociedade.

Ponto interessante: as pessoas possuem como empreender o rótulo de modelar e iniciar um negócio. Ok, é a forma mais tradicional e convencional. Mas não é só isso.

Empreender é um modo de vida. É ir além do trivial, do que o “sistema” quer que você faça. É tomar o rumo da sua vida de fato, e não ficar naquele discurso “ah, no meus sonhos eu teria tal emprego, construiria tal casa, namoraria uma pessoa dessa maneira e todo final de ano iria para Floripa.”

Um cara que lidera o movimento de independência sem derramar sangue no país. E vai dizer que o Gandhi não é o grande case empreendedor do século XX…

Ontem conversando com uma amiga destes novos tempos de empreendedor serial em fase embrionária (rs), ela revisitou uma frase que o coordenador Garcia, na ESPM, disse numa das fases mais complicadas da minha vida pessoal:

“Aprendi em workshops de negociação que o não você já tem. Este é garantido desde o início de qualquer conversa. Você precisa apenas correr atrás do sim.”

Ser empreendedor é acreditar piamente nesta frase. E ver o que acontece até o sim acontecer.

Bom, contextualização feita, vamos ao tema do post – o que leva as pessoas a empreenderem.

Em todos os casos encontraremos o “fazer acontecer”, o que significa que ele não é um motivo e sim a prática em si. Então quando a lâmpada acende? E o principal: como fazer a lâmpada acender para mim?

Bom, se você leu o texto até este ponto e está ansioso para ler o resto, uma boa notícia: você realmente quer empreender. Isso é bacana demais!

A idéia pode vir de diversos caminhos, mas existem alguns caminhos que sempre se repetem:

– A paixão: Você curte alguma coisa. Vamos supor, automobilismo – que é o meu caso. Você quer que aquilo seja muito mais que achar o máximo acordar cedo de domingo para ouvir o Galvão Bueno narrar uma corrida de F1. Você começa a ler tudo que existe sobre o assunto, visita alguns eventos, faz alguns contatos e “entra no jogo”. As vezes cumpre uma etapa de estágio em outra organização e resolve montar a própria com vista em alguma lacuna de mercado não atendida. Ou faz melhor algo que já existe.

Pausa. Aqui já existem os 3 pontos cruciais do modus operandi do empreendedor, independente se ele vai trabalhar com balada, corrida de carros ou numa startup:

a) A mudança de rota – Você era um cara 9-18h ou tinha um estilo e trajetória de vida provável até decidir mudar o rumo e ir atrás do sonho. Isso é completamente empreendedor. Mesmo depois você migrando para uma empresa onde terá salário, chefe, obrigações, etc. Mudanças de rumo significam empreender na própria vida, e isso é mandatório para quem quer evoluir e deixar sua marca no mundo.

b) Repertório e escolhas – Repertório é tudo nesta vida. Empreender requer demais conteúdo por parte das pessoas porque muitas vezes (quando não sempre) a tomada de decisão será solitária. Ao constituir conteúdo e tomar alguma decisão você já está empreendendo dentro do que acredita.

c) Constituição do negócio – Para quem tomar as rédeas da vida não é suficiente há algo ainda mais radical: começar um novo negócio, com base (ou não) no que já existe. Ou fazer algo totalmente novo e ir para o que o mercado chama de “Oceano Azul”. Nem precisa dizer o quão é empreendedor modelar e executar o projeto de uma empresa né?

Navegar pelo Oceano Azul não quer dizer que esteja num escritório no Havaí, e sim que um novo mercado foi descoberto. O termo foi criado com base neste livro excelente.

Paixão acredito que seja o atributo mais importante para quem quer empreender. Já pensou trabalhar em algo que não há identificação nenhuma, começando do zero e com carga suficiente para perder horas de sono ou de convívio social? Nem pensa porque você NÃO fará isso ok? 😀 Mas não é o único conceito que vem à tona na hora de empreender.

– Nada funciona, quero o meu – Aqui temos um exemplo histórico de uma empresa que pensa assim, desde o nascimento até hoje. Empresa que falamos sempre e deveria me patrocinar, porque o que falamos da Apple por aqui não está (ou melhor, está sim, tenho provas! hahaha) escrito.

Quem leu a espetacular biografia do Jobs, sabe que os insights aos quais surgiram dois de seus hits vieram da demanda do pessoal interno por aparelhos “que conseguissem operar e entender”: iPod  e iPhone. Tanto é que eles não são os primeiros MP3 Player e Smartphone, respectivamente. Mas a vontade de construir o aparelhos dos sonhos da equipe de design, de suprimentos, de marketing e principalmente do fundador da empresa foi a mola propulsora para o desenvolvimentos dos iGadgets. Com uma pitada de paixão pelo que faz e visão de mercado sim, mas baseados nas demandas internas.

– Pessoal se %$#@ com isso, vou fazer diferente e/ou melhor – Este é um clássico. Vou pegar o caso do You Tube, este site onde perdemos boa parte do nosso tempo (e se deixar, da produtividade) para buscar os vídeos mais interessantes do planeta.

Se você tiver memória, ou já entrava na net há 15 anos atrás, haviam poucos sites de streaming de vídeo. O negócio era subí-los integralmente para quem quiser baixa-los da mesma forma. Para tempos onde banda larga não existia nem no Vale do Silício direito, imagina como era a experiência para o usuário…

Foi quando os fundadores Chad Hurley e Steve Chen, de posse dos vídeos de uma noite de cervejas e besteiras com o pessoal da empresa (PayPal – outro caso semelhante de insatisfação com a experiência anterior) usou um servidor antigo, um aplicativo da Adobe e criou um domínio para compartilhar os vídeos da sua galera sem precisar do download. O resto é história, 18 meses e US$ 2 bilhões pagos pelo Google depois.

– 1 + 1 = 3 ou mais – talvez um dos modos mais criativos e ousados de empreender está na junção de dois conceitos aparentemente antagônicos para construir uma proposta de valor superior. Pode dar muito errado, mas quando acerta a forma é blockbuster.

Peguem o Porsche Cayenne. É necessária muita ousadia ao empreender um projeto de carro superesportivo off road numa tradicional empresa alemã. Mas o que parecia o encontro de dois conceitos completamente opostos tornou-se o produto mais vendido da montadora, ao ponto de fazer concorrentes como Land Rover, Nissan (Infiniti) e, pasmen, a Ferrari irem atrás de produtos semelhantes.

Quem diria que até a Ferrari se rendeu aos superesportivos de 4×4 e teria o seu. No caso o FF

Apresentando estes conceitos, desafio a você a pensar as seguintes questões:

– O que você realmente gosta, ao ponto de passar anos sem ganhar dinheiro algum apenas pelo prazer de fazer acontecer?

– Você consegue visualizar alguma coisa errada neste setor? Alguma empresa que está fazendo alguma coisa que não achas que é o mais adequado?

– Há algum setor da economia com problemas crônicos os quais você possui alguma habilidade ou plano de salvá-lo?

Mas antes de qualquer coisa, pergunte-se a si mesmo:

– Qual meu propósito de vida? Será que empreender é algo que vai agregar a mim, aos próximos e à sociedade?

– Qual o meu “tesão” por empreender? Por alguma paixão ou por mera oportunidade de mercado e/ou obtenção de capital?

– Estou disposto a passar por apertos financeiros e privações pessoais para correr atrás de criar um modelo de negócio ativo e com potencial de crescimento?

– Construir um legado é algo que realmente me interessa?

Se há respostas certas para estas perguntas? Não. Mas são elas que irão guiá-lo nesta primeira etapa do desafio de empreender.

E não fique constrangido de não saber responder no ato; sinal que estás evoluindo. Afinal o mundo não é feito de respostas – são as perguntas (e suas inquietações) que moldam a evolução e dão o lastro para o sucesso de cada um de nós.

Como escrever sobre os produtos e serviços de anunciante

Quem acha que escrever para o blog de um cliente é fácil está completamente errado. Além de ter que entender muito sobre o negócio é necessário saber sobre o público-alvo, e unir esses dois conhecimentos em busca de fazer com que os usuários se interessem pelas ofertas que a empresa quer enfatizar.

como escrever um artigo patrocinado

Portanto, como fazer isso de forma eficaz?

Primeiro, quando descrevemos algum produto ou serviço, o importante não é se focar nas características, mas sim nos benefícios de comprá-los. O que isso facilitaria, melhoraria, e encantaria na vida dos usuários? Ou seja, demonstrar o que realmente isso ajudaria na vida do indivíduo, e o porquê do investimento por parte deles.

Quando conseguimos extrair essa parte funcional, é possível alinhar com os desejos do cliente, buscando uma atração mais emocional.  Obter o seu público emocionalmente motivado é a chave do sucesso.

Portanto, o segundo grande passo é pesquisar sobre o mercado-alvo para aproveitar os verdadeiros desejos do seu público. Quando se entende o que eles querem, mais ligações você poderá fazer com os benefícios dos seus produtos e serviços e as reais necessidades dos clientes.

Se unir os reais benefícios, com as necessidades e desejos se torna muito mais interessante a compra dessas ofertas de forma que o cliente estará mais satisfeito e convencido que realmente precisa daquele serviço ou produto.

E vocês? Como atraem seus clientes por meio da blogosfera?

Como você se atualiza?

Um dos grandes desafios dos blogueiros é ter que estar sempre atualizado, certo? Afinal, quem vai acessar um blog quer saber sobre novidades, a opinião do blogueiro e ficar mais informado. Se o blog não tem postagens constantes ou o que é escrito é irrelevante, as pessoas vão desistir de acessá-lo. Ou vai dizer que você nunca desistiu de um blog por estes motivos?

acompanhe canais

E com tantas fontes disponíveis na web como manter-se atualizado dos fatos relevantes pro seu público? Como existe uma diversidade enorme de assuntos seria difícil selecionar canais para um ou outro, então destaco, abaixo, algumas dicas de como facilitar seu trabalho de atualização:

Use o Twitter Instagram a seu favor: encontre umas cinco pessoas influentes na sua área, veja quem elas seguem ou as listas que possuem (ou estão inseridas), selecione algumas e passe a acompanhar realmente o que falam sobre temas de seu interesse. Aliás, o Twitter é um dos melhores e ágeis canais pra se manter informado, localize o “@” de revistas e afins e não deixe seu Twitter esquecido, acesse sempre que possível, veja links e conversas que podem ser úteis.

O Reader também pode te ajudar: assine o RSS de diversos blogs e sites, é o jeito mais fácil de conseguir acompanhar tudo.

Participe de grupos de discussão: seja no Facebook ou qualquer outra plataforma de discussão, os grupos são ótimos para saber pontos de vista diferentes e ainda fazer um networking.

Assista palestras: em eventos ou no Youtube as possibilidades de acesso são várias. Palestras podem não ter tanto conteúdo necessariamente novo, mas certamente você vai aprender algo que ainda não sabia. Isso vale para livros também.

Dicas simples e objetivas que podem te ajudar bastante para ter uma boa bagagem de ideias e temas para seu próximo post. E você como se atualiza?

Como escrever um artigo da maneira correta?

A resposta dessa pergunta não é bem simples de responder. Existem diversas formas de escrever para blogs e cada blogueiro, ou iniciante em blogs, acaba desenvolvendo seu próprio estilo com base no que ele vai escrever. Mas, é possível utilizar algumas regras simples e que são, ao mesmo tempo, bem importantes para o sucesso de um blog.

Defini 4 pequenas regras sobre como escrever um bom post com base em algumas perguntas que ouço por aí. Uma delas é quando  alguém diz “Eu não consigo escrever um post, como posso fazer isso?”. Bom, vamos lá:

Como escrever um artigo

Cada post com sua ideia

Quando iniciar um post, escreva em um pedaço de papel uma linha com umas 15 palavras sobre o que você vai falar naquele post (isso foi algo que inventei e que me ajuda bastante). Não tente escrever sobre diversas coisas em um post só, isso vai complicar seu raciocínio e do seu leitor.

Tudo está no título

Imagine quantas informações seus leitores recebem no e-mail, feed de blogs, Twitter, Facebook e outras Redes Sociais, pode ter certeza que são muitas informações. Se você não tem um bom título e focado na ideia principal do seu post, você vai perder muitos leitores.

Entre 400 e 600 palavras

Esta começando a blogar? Então, cuidado com textos muito longos. Tente manter seus posts entre 800 e 2000 palavras, com foco na sua ideia, como citei na primeira dica. Com posts rápidos e interessantes, seus leitores podem se interessar mais em seus artigos e com o tempo você pode aumentar a quantidade de palavras em seus textos.

Imagem ou vídeo?

Uma boa imagem vale mais que mil palavras. Isso é a pura verdade, mas no caso de posts em blogs isso pode ser trabalhado de duas formas. São elas:

  • Em textos muito longos, com até 600 palavras, insira em alguma área que represente bem o título e a ideia do seu post uma imagem que possa dar uma pausa na mente do seu leitor sem tirar o foco da ideia do artigo.
  • Se o seu post não vai ter tantas palavras assim, cuidado com as imagens. Elas podem fazer com que seu leitor leia rapidamente o texto e saia do blog. Nesse caso eu costumo utilizar alguns vídeos que possam representar a ideia do post. Como escrevo muito sobre Social Media, empreendedorismo e comunicação digital, acabo encontrando vídeos bem interessantes sobre casos de sucessos e reflexões de especialistas.

Acredito que a melhor dica é: Crie seu próprio estilo com foco no que seus leitores querem encontrar. Para isso, escreva, escreva e escreva.

A estratégia para identificar blogs relevantes

Então você precisa fazer aquela ação com blogueiros e convidá-los para um evento de lançamento. O cliente sabe que no meio digital tem muita gente que só é chamada por ser amiga do amigo, e por isso quer uma explicação detalhada sobre o fechamento do mailing, afinal, o argumento simples de que o fulano é relevante porque o site tem 50 mil visitas únicas diárias é – digamos – “superficial”.

blogs relevantes

Pode acreditar, a cena que descrevi no abre desse post se já não aconteceu, vai rolar em muito breve contigo. E antes que sua equipe fique de calça curta, que tal discutir um pouco de metodologia prática para definir relevância de blogs?

Apesar de parecer pomposo, definir aspectos para uma metodologia requer um investimento muito maior de tempo do que budget. Até porque a maior parte das ferramentas a serem utilizadas são gratuitas. E mesmo que estejamos falando de uma certa subjetividade, eu digo que para ter um bom mailing de blogs é preciso tempo e massa analítica.

Cinco ações para analisar um blog

Muitas variáveis podem fazer parte desse levantamento. Tudo depende de qual “corrente estratégica” você é adepto. A minha é a do Inbound Marketing, onde aspectos ligados a relevância de conteúdo, SEO e impacto em redes sociais são essenciais. Por isso, ao incluir um blog na minha lista, aspectos como inlinks, perfis e interação com o público terão peso importante na análise.

Mas independentemente do que você acredita, levantei cinco ações que considero essenciais para você desenvolver. Vamos a elas:

– Relevância de conteúdo: não basta ser um top blogueiro, ele precisa ter conteúdo diferenciado para o público de interesse do cliente. Logo, é importante levantar como ele fala do referido mercado, qual a opinião que ele tem acerca do produto, marca ou serviço.

– Ranking e links: utilizando ferramentas de pagerank e de inlinks, é possível ter números importantes de preocupação com construção de conteúdo, influência na rede e teia de contatos e relacionamento.

– Redes Sociais: eis um ponto crucial, pois quando falamos de Inbound Marketing estamos tomando como uma das bases primárias da estratégia a capacidade de ver o conteúdo gerado espalhado pela Mídia Social. O que, consequentemente, gera bom posicionamento do mesmo nos buscadores. Além disso, é importante avaliar como os canais trabalham em prol de discussões complementares ao que é postado nos posts.

– Klout Pessoal: mesmo que todo índice de relevância seja “manipulável”,  considero o Klout, da HubSpot, a melhor ferramenta de análise do mercado. Gratuita, ela é a que leva em consideração o maior número de redes, tendo inserido recentemente o YouTube, Last.FM, Tumblr, Blogger, Instagram e Flickr, além de já ter na sua base Twitter, Facebook e Linkedin.

– Profissionalismo: pouca gente se atenta para esse ponto, mas tomar cuidados com isso pode evitar dor de cabeça, principalmente se você envolverá no contato algum tipo de relação comercial. Midia Kit, pessoa jurídica e recomendação de mercado são apenas alguns dos pontos importantes. Entretanto, é preciso entender mesmo que quando falamos da relação agência x blogueiro, temos de pensar no cliente e no sucesso da estratégia e não na boquinha para um coleguinha ou uma ação de uma-mão-lava-a-outra. Isso faz a diferença entre manter a rodinha de amigos e ganhar relevância real num mercado tão competitivo como o que vivemos hoje em dia.

6 Dicas e ideias criativas para seu próximo post

Quando Blogamos, sabemos muito bem que não é tão simples escrever um bom post. Citei um dia desses que um post leva uns 5 minutos para ser escrito. Eu me equivoquei completamente. Um bom post pode levar alguns minutos e, até, algumas horas. Exige pesquisa, conhecimento sobre o assunto e criatividade.

ideias criativas para seu próximo post

Aprendi, nesses quase 3 anos blogando, algumas formas de iniciar posts novos.

Vou compartilhar com vocês:

Ah, essas dicas servem tanto para blogueiros profissionais, como para blogs corporativos.

1. Escreva guias!
Um guia é uma excelente forma de ensinar suas habilidades ou estratégias sobre um determinado assunto. Elas têm posicionam como um líder de mercado e de pensamento quando você posiciona informações úteis. Faz com que você ganhe confiança em seu mercado e segmento.

2. Crie listas!
Criar listas, como esta que escrevi (e que vocês está lendo), são uma ótima forma de escrever conteúdo rápido, instrutivo e interessante para seu leitor. Ler listas é algo que muita gente faz, não é chato e ela pode selecionar o que realmente quer ler nas Top 10 dicas, por exemplo.

Aliás, você sabe por que criam listas com 10 itens? Não? Conte os dedos da sua mão e terá uma idéia. É mais e podemos contar nas mãos qual dica foi mais interessante. Memorizamos melhor.

3. Fotos e vídeos são legais
Conteúdo multimídia é o que há! Insira posts com fotos, imagens, quadrinhos e, principalmente, vídeos. Se possível, tente criar seus próprios vídeos com algumas dicas. Olhe um exemplo que criamos no blog da agência da qual sou sócio.

4. Faça entrevistas!
Sempre tem alguém do mercado ou da área em que você atua ou em que se propõe a escrever em seu blog que é uma pessoa/personalidade importante e que muita gente gostaria de ler sua história ou idéia. Pronto! Faça uma entrevista com essas pessoas e publique em seu blog. Além de ter um ótimo conteúdo, você fará novas amizades com pessoas importantes.

5. Tenha colaboradores
Essa foi a principal razão pela qual criei o Coletivo Mídia Boom. Sua opinião não é sempre e mais correta. Tenha um canal onde seus parceiros, amigos, clientes e, porque não, seus concorrentes possam disseminar conteúdo. Entenda que compartilhar conteúdo é algo fantástico e trás ótimos benefícios para todos.

Veja o exemplo. Eu sou colaborador do Café com Blogueiros.

6. Não gosta de escrever? Fale!
Crie um podcast em seu blog. Se você tem dificuldades em escrever sobre suas idéias, dicas, listas e criar entrevistas, então crie um podcast em seu blog. Crie uma forma simples de dar suas opiniões e conhecimento através de áudio. As pessoas irão adorar, pode ter certeza.

Blogar não é difícil. Contanto que você tenha a certeza que pode as sabe escrever ou falar sobre o assunto que se propõe a disseminar como conteúdo, tudo se tornará mais fácil e trará grandes benefícios.

O que você achou dessas dicas? Tem algumas para compartilhar conosco?

Ah, bons posts!

Revenda IPTV oportunidade trabalho em casa

Nesta página falarei especialmente sobre uma boa oportunidade de Trabalho em casa , Ele contém 2 opções de oportunidades tanto em vender para conhecidos quanto em pela internet pelo facebook, Instagram, google para se ganhar dinheiro na Internet. Desde como por exemplo ganhar dinheiro com servidores de iptv e cs e até ganhar dinheiro como modelo virtual fazendo um site.

Na verdade, foi com o a revenda iptv que comecei a ter rendimentos providos da grande rede, pois através dele eu não apenas colocava as oportunidades que eu realmente considerava boas, mas também as tentava. É claro que eu não tentei todas até porque são inúmeras oportunidades, porém fiz o máximo para aprender e estudar essas oportunidades.

Revenda de tv via satelite

Eu diria que a principal característica sobre revenda iptv é reunir as principais canais de tv e filmes para tipos de oportunidades num só website, facilitando muito o internauta que está a procura de uma renda extra na Internet outra opção é a revenda cs nele é possível desbloquear o sinal captado do satelite pela sua antena em casa.

O site da Logincs foi registrado em 2008, como eu já digo na página sobre deste site, mas foi só em 2009 que eu me dediquei a divulgar o site. Foram anos, aliás vem sendo anos de divulgação diária, pois se pararmos por exemplo uma semana para “descanso” ficamos para trás. E fica mesmo.

outra boa forma é a famosa e ja conhecida revenda cs com painel para gerar teste grátis, esse sistema fará você vender muito mais para aquelas pessoas que estão com receptores parados sem atualização

Recomendo estamos utilizando eles e realmente é mais que uma renda extra ja se torno a principal.