Mês: abril 2019

Legado Oscar Niemeyer: As curvas empreendedoras

A gente nunca imagina que vai ver certas coisas acontecerem. Mas a vida é implacável. Curta e dura – como diria Oscar Niemeyer, que morreu dia 05/12, aos incríveis 104 anos de genialidade, criatividade e empreendedorismo.

Empreendedorismo?

Sim. Taí um cara que empreendeu a vida toda. Iniciando, aprendendo, ousando, errando e acertando. E por isso e por como sucedeu-se seu processo, podemos falar que ele é um dos maiores brasileiros de todos os tempos.

Muitas vezes as pessoas acham que empreender é montar um negócio, fazer umas vendas, valorizar “o passe”, vender o negócio ou sustentá-lo por anos e perecer – o que é a única certeza deste processo tortuoso e divertido que chamamos de vida – com algum dinheiro no bolso para nossas despesas e de possíveis herdeiros.

Vou chamar o Niemeyer para nos ajudar a, de uma vez por todas, mudar esta perspectiva. E ele vai nos ajudar bater uma tecla que eu disse no meu primeiro post aqui no blog.

Legado Oscar Niemeyer

Vamos nessa?

Niemeyer teve uma vida boêmia em plena Belle Époque carioca, rodeado por mulheres e pelo efervecente cenário do samba carioca na década de 20. Isso vai influenciá-lo anos mais tarde, mas aguardem algumas linhas para isso… rs.

Traço de Niemeyer ao descrever sua primeira residência, no bairro das Laranjeiras (RJ).

Ele começa a trilhar sua trajetória em 1929 ao entrar para a Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro (dirigida por Lúcio Costa e influenciada claramente pelo pensamento e artistas modernistas vindos de São Paulo) , saindo dela formado em Arquitetura e Engenharia. Idealista e comunista – feitos que vão perpetrar sua trajetória – sente-se incomodado com o desenho vigente da arquitetura local. Vê no escritório do diretor da faculdade a oportunidade de experimentar as novas perspectivas em mente e aceita trabalhar de graça, mesmo passando dificuldades financeiras.

Niemeyer e Costa: uma relação de aluno-diretor e chefe nos tempos de faculdade e escritório no RJ que subiu à alcunha de parceiros na construção de Brasília.

Pausa: O que isso tem a ver com o mundo empreendedor? TUDO!

Vejam só: ele tinha uma visão clara do que queria, talvez ainda sem uma missão, mas ele sabia o que queria. E seu ideal ia muito além de ganhar dinheiro. Se este fosse o caso, iria explorar o mercado vigente neocolonial ou o art déco… Foi atrás da sua visão, mesmo sabendo que a curva de ganhos poderia ser árdua.

Play: Continuando.

Os anos se passam e nota-se mais um elemento que influencia a trajetória de Niemeyer: Le Courbusier, arquiteto de vanguarda franco-suíço que, entre outros pontos, pontuava sua criação pelos vãos livres em suas obras, o que permitiria livre circulação de pessoas quando falamos do piso térreo e da plena abertura de janelas quando falamos de edificações. Assim ele, Lúcio Costa e o estagiário Niemeyer, com outros parceiros (Portinari incluso), constroem, em 1939 a serviço de Getúlio Vargas o prédio do MEC no centro do Rio – considerada a primeira obra de arquitetura moderna no país. E que colocou o Brasil em posição de vanguarda mundial uma vez que muitas nações estava colocando suas cabeças mais brilhantes a serviço da II Guerra Mundial (para um empreendedor, leia-se oportunidade de mercado).

Prédio do MEC e o seu vão com obra de Portinari em azulejos ao fundo.

Mas lembrem-se: Niemeyer é um sujeito idealista. Comunista. E que tinha fascinação por curvas – Rio de Janeiro e mulheres inclusas.

Conhece Juscelino Kubitschek (JK) em 1940 e recebe a incumbência de construir edificações para uma parte da cidade a ser habitada – a Pampulha. Sua obra mais categória, A Igreja marca o pontapé da sua proposta seminal de trabalho, composta por retas e curvas com base no concreto armado. Ou como ele disse décadas depois: “Com a obra da Pampulha o vocabulário plástico da minha arquitetura, num jogo inesperado de retas e curvas, começou a se definir.”

Marco inicial: igreja Pampulha.

Sua proposta choca e destaca-se o suficiente para, em 1947, ter o seu projeto aprovado para a construção do prédio-sede da ONU em Nova Iorque, com o “mestre” Le Corbusier como parceiro. E, dez anos depois, chamado por JK para o ousado plano de uma capital no centro do país, lidera o processo que traz em Lúcio Costa o plano-piloto de Brasília, ao qual Oscar pincela obras como o Palácio do Planalto, o Palácio da Alvorada, a Esplanada dos Ministérios e outras edificações. Todas repletas de curvas, retas, vãos livres, plena visualização e acesso público.

Esta foto não é da semana passada; tem a idade da minha mãe (!) Niemeyer verificando as obras de Brasília com o Palácio do Planalto em construção atrás.

PAUSA.

Empreendedor, o que você vê aqui que falamos ao longo do ano?

– Reforço da sua visão de uma arquitetura moderna e inventiva;

– Criação de uma missão, composta por sua arquitetura poética, repleta de curvas, retas e as influências. REPERTÓRIO!

– O escoreamento em tutores, como Lúcio Costa e Le Courbisier, e a posterior suplantação deles. + REPERTÓRIO.

– O início em pequenos passos pouco remunerados (Lean Startup?), mas que valida suas crenças e hipóteses (Customer Development?)

Vamos soltar o play de novo. Não vou me estender muito.

Podemos dizer que após Brasília, sua obra-prima, finalmente temos um Oscar Niemeyer arquiteto-empreendedor de grande porte. Precisa reinventar-se como profissional (Business Model? Canvas?) após seu comunismo custar-lhe a estadia e o trabalho no Brasil, e sai projetando na Europa e África (dois Oceanos Azuis aonde havia somente construções seculares e/ou nada?) – destaque para a Argélia pautada em ideais socialistas em pleno final dos anos 60. Volta ao Brasil na década de 80 consagrado e constrói o MAC de Niterói, os Museus que levam o seu nome na mesma cidade e em Curitiba, o Edifício Administrativo Tancredo Neves em BH, entre outras obras no Brasil e no Exterior.

E trabalhou até horas antes de morrer. Não deitou eternamente em berço esplêndido, foi à luta e foi combativo até o fim – como um bom comunista. Mesmo em seu leito final, não discutia o fim de sua trajetória, mas o início dos projetos que seu escritório estava realizando.

Aos 102 anos, apresentando o projeto de seu museu na Espanha.

No fim resumiria a trajetória de Niemeyer e o porquê dele ser um dos maiores brasileiros de todos os tempos em duas falas que resumem, não por coincidência, muito do que um empreendedor leva como modelo mental:

“A vida humana é muito pequena e muito dura e é preciso não desistir dos ideais, pelas mudanças políticas e sociais necessárias. Por isso, temos ainda um longo tempo de luta pela frente”

“Digo aos recém-formados que não basta estudar na escola. Tem que conhecer a vida, os problemas, a miséria e estar pronto a participar, a compreender a vida

Como brinde, seguem dois vídeos: um resumo do DOC “A vida é um sopro” com muitas das crenças dele, e o comercial que a Braskem fez com seu poema (sim ele era poeta – lembram-se do repertório?) e sua obra – o troféu do GP Brasil de F1 feito em plástico de cana-de-açúcar (tenho uma réplica em casa, o que hoje me deixa orgulhoso rs).

Morre o homem. Fica o legado. Nasce o mito. Boa eternidade a Oscar Niemeyer e boas retas e curvas pra vocês!!!

O que fica é eterno.

A semana de experiência, visão e ação de Zuckerberg. E o que virá depois da Lua de Mel?

Semana passada foi um marcante para o Mark Zuckenberg. Em menos de 7 dias eles teve marcos da sua experiência, visão e ações de vida:

– Fez 28 anos na segunda, dia 14/05;

– Fez o IPO da sua empresa, o Facebook, na NASDAQ, conseguindo a maior capitalização da história de uma empresa de tecnologia em sua estréia ao mercado de capitais;

– E casou-se com sua namorada Priscilla Chan no dia seguinte (último sábado, dia 20/5), depois de anos de namoro.

Semana intensa para Mark: aniversário, IPO da sua empresa e casório. Vai demorar para ter outra assim…

Mas em vez de falarmos da vida particular dele, vamos falar dos seus projetos empreendedores e o futuro que nos agrega mais né? 😀

E foi a experiência, a visão e algumas ações que permearam não só o sucesso de uma pessoas, seja ela empreendedora ou não, mas toda a trajetória do Mark.

Quer ver?

Vamos começar da vida que ele levou ANTES de construir o Facebook.

a) Experiência: Parece piada falar de experiência quando um cara tem 20 anos e funda uma mídia social, mas sim o cara já era experiente no assunto. Vejam só:

– Ele desenvolveu no colégio um software que identificava as músicas que você ouvir e sugeria outras para conhecer conforme o gosto de cada usuário. Recebeu a proposta de compra do seu passe pela Microsoft por US$ 1 milhão, mas recusou – um notável exercício de soberba que tornaria-se um trunfo mais tarde. A idéia, segundo ele, era do software ser livre a todos.

Gates tentou adquirir “o passe” de Mark antes da faculdade. Não conseguiu, mas seu 1,5% do Facebook lhe rendeu uma boa grana do mesmo jeito.

– Ao entrar em Harvard ele construiu um aplicativo que indicava disciplinas disponíveis para montagem das grades horárias e os alunos nelas presentes, bem como o caminho contrário. Ou seja você descobriria se aquela menininha fantástica da aula de psicologia estaria sexta a tarde numa aula de economia ou de marketing, sacaram? Bem como quem são seus potenciais colegas na escolha da aula de matemática financeira. O Course Match foi um sucesso em Harvard em 2003 e já deu certa notoriedade ao Mark.

– Aqui o exemplo final que todos conhecem: o Facemash. Que realmente derrubou o servidor de Harvard no final de 2003.

b) Visão de mercado: “Como assim, o cara é de TI, programador!” Diriam alguns. Pois é. Por isso Mark chegou tão longe. Ele é um cara de TI que tem uma “visão do jogo” excelente. Talvez aí esteja a coisa de conectar os pontos que o seu guru Steve Jobs tanto falou em Stanford – ele juntou o fato de ser um programador de mão cheia com a percepção das demandas humanas em conversações e comportamentos específicos. Vejam só:

– Mark sabe que um cara não quer ter um iPod, iTunes ou sabe-se lá Deus o gadget de música que for com uma banda. Consumidor de música sempre quer explorar mais, conhecer outras coisas aderentes ao seu gosto. Isso é comportamento do consumidor. Soma-se isso com a programação, logaritmo para lá, base de dados para cá e… lembram-se do player musical que ele criou no colegial? Voi lá!

O Course Match já vai para uma linha um pouco diferente, mas ainda muito social. A construção da grade horária perfeita. Para sua formação acadêmica e/ou para deleite dos seus olhos e/ou coração. Muitos aqui são universitários, vão entender…

– O Facemash vai na brincadeira básica que todo universitário(a) e mesmo adulto(a) fazem: Quem é a pessoa mais bonita do(a) [insira aqui o ambiente o qual estão inseridos você a sua turma].

Réplica do Facemash. E que atire o primeiro gadget a pessoa que nunca fez uma comparação entre meninas(os) para dizer quem é a mais bonita(o)?

c) Senso de ação: Conhece o ditado “O medo de perder tira a vontade de ganhar”? Pois é. Mark deve conhecer de algum jeito. Tudo bem que ele teve um empurrãozinho com umas bebidas na cabeça e um fora da namorada da época, mas ele foi atrás de construir o Facemash mesmo conhecendo que haveriam riscos à sua carreira acadêmica construindo-o.

Tudo isso que falamos seria bacana, mas ainda não chegamos ao dia 4 de fevereiro de 2004. O dia em que o registro thefacebook.com foi lançado ao ar por Mark Zuckenberg. Que novamente guia-se por estes três fatores ao lançar a ferramenta:

O que você estava fazendo em 11/2/2004, quando esta tela foi ao ar pela primeira vez?

a) Experiência: Os aplicativos e programas lançados anteriormente deram bagagem para novas aventuras de Mark. Mas a principal delas vem da encrenca com o Facemash, que quase custa sua expulsão de Harvard: o problema surgiu porque ele tomou as fotos de diretórios acadêmicos da universidade. Se as próprias pessoas adicionassem suas atividades (como no Course Match)  em conjunto com as fotos (como no Facemash) não haveria problema algum – estaria quem quiser com a exposição que lhe convier. Conectando os pontos novamente sacaram?

b) Visão de mercado: Lendo o livro “O Efeito Facebook” – biografia autorizada sobre o site – há no início um tema interessante: havia entre alunos a demanda pela digitalização dos anuários com as fotos dos calouros e formandos. Não somente em Harvard mas em outras faculdades. Havia alí uma oportunidade de mercado que Mark abraçou, somando valor ao fato de tornar o anuário um depositório das atividades e das redes dos alunos de Harvard.

Livro “O Efeito Facebook” conta detalhes (oficiais) da trajetória da empresa.

c) Senso de ação: Havia às vésperas do lançamento do Facebook a promessa da universidade de lançar um site com as fotos dos alunos. Mas esbarrava na burocracia em construir um site e lidar com possíveis reclamações legais de alunos. Mark novamente antecipou-se aqueles que tem medo de perder e lançou sua plataforma contando com a colaboração e co-criação dos alunos – o que seria fácil já que havia demanda.

Querem ver onde estes três itens se repetem novamente? No sucesso retumbante do Facebook em seu caminho até o IPO:

a) Experiência: o acúmulo de dados gerados por nós todos os instantes na mídia social criada por ele alimenta o logaritmo que torna mais assertivo as táticas de publicidade online – principal fonte de renda do site, com 85% dos US$ 4 bilhões de faturamento em 2011. Logaritmo, assertividade… isso não lembra o player de MP3? Hoje o Facebook é o segundo principal canal de anúncios na net, atrás somente dos links patrocinados do Google.

É a direita do consumidor que ocorrerá o embate publicitário online entre Facebook e Google Ads. E não pensem que é à direita a toa: é o local que o olho mais acessa numa página por causa da barra de rolagem.

Suas experiências no convívio universitário e humano também são raízes que fomentam frutos até hoje. Informações básicas presentes na página principal do usuário? “A Rede Social” mostra que foi um insight durante uma aula sobre as informações essenciais de uma pessoa que outra quer – faz o que, onde, faz aniversário quando e se tem compromisso. Assim como a Timeline assemelha-se ao álbum com fotos e momentos da vida dos filhos que mães (principalmente nos EUA) colecionam, o mural é a lousa em branco onde cada um recado a todos que ali passam e o Like simplesmente é a sua aprovação – o “Isso é legal” de toda aprovação a algum comentário feito por terceiros que você pode dizer “Olha, vou contar para meus amigos também” e… compartilhar.

b) Visão de Mercado: Aqui o principal triunfo do Facebook frente a outras mídias sociais do gênero. Além dela oferecer todos os recursos possíveis (textos, fotos, vídeos e até games) sua estratégia de distribuição é fator crítico para o sucesso: ela nasce em Harvard e segue conquistando passo-a-passo, uma a uma, as faculdades da Ivy League – as 8 principais escolas universitárias estadunidenses, onde todo adolescente quer estar e os agentes de mudança do país são formados (e de certa forma, admirados). Só depois ele começa a alastrar-se para outras faculdades, regiões, países.

Percebam que por aqui não foi diferente. O nascimento do Facebook aqui vem das experiências que os brasileiros em fase universitária tinham nos EUA ou Europa. Como não havia o Orkut (mídia social do Google que vingou rapidamente aqui e na Índia, mas devidamente esquecida em outros lugares), para manter o contato com quem conheceu lá fora criava-se um novo perfil. Quem via a ferramenta do amigo(a) voltando achava interessante, via uma plataforma com mais funções e menos confusa e fazia o mesmo. O processo demandou alguns anos, mas finalmente em 2011 o Facebook tomou o lugar do Google como mídia social mais utilizada no país.

c) Senso de ação: Mark não teve dúvidas quanto a importância do apoio de um cara como Sean Parker como mentor e acelerador do processo de expansão do Facebook, ao contrário do seu sócio brasileiro Eduardo Saverin. Também não hesitou em ir ao Silício, onde vinha a ser o local ideal para lançamento da sua startup ao invés de ficar recluso ao ambiente de Harvard/Boston, novamente debatendo com Saverin. Contratar pessoas certas (há diversos nomes de razoável sucesso no topo da estrutura do Silício, alguns egressos do Google, Microsoft e outras empresas consagradas), cercar-se de bons investidores (Microsoft e Elevation Partners, do Bono, são dois deles)  no momento certo – quando precisava de verba para ganhar escala – são outros exemplos de boas decisões.

Mas talvez a melhor delas pareça a todos como uma não decisão: a demora para entrar na bolsa de valores.

Seja bem vindo. Mas se você não entregar o resultado que queremos… Ai ai ai…

Por quê? Mark sabe que os olhos dos investidores estarão massivamente de olho na sua empresa. E investidor não costuma ter paciência com empresas que possuem oscilações de receita, lucro e/ou concorrências inesperadas – justamente o cenário que o Facebook encontrará. Lembrem-se que é um site que possui praticamente uma única fonte de receita e precisa reinventar-se sempre para continuar no topo, afinal alguém em outro quarto de universidade, em qualquer lugar do mundo agora, pode construir seu substituto.

A trajetória de empresas de tecnologia de sucesso na NASDAQ demanda ter estômago de aço. Geralmente partem de uma demanda forte, muito em função da marca forte e “fresca” na mente dos consumidores e mercado, sofre um forte revés no seu preço em virtude do crescimento do negócio (por exemplo: Facebook praticamente dobrou receita e lucro em 2011. Se a economia global soluçar e o site crescer menos de, sei lá, 60% em 2012, as ações certamente vão cair. Se aparecer um Pinterest da vez então…) e, se conseguirem consolidar sua posição de líder ou referência, retomam o crescimento trimestres depois e aí sim adquirem o status de estrelas da bolsa. Os principais exemplos são Amazon e Apple (esta na volta de Jobs ao comando).

Acabei avançando um pouco na quarta e última parte deste mapa da trajetória do Mark e de seu Facebook. O que vem por aí?

a) Experiência: Vai precisar de jogo de cintura para lidar com o mercado de capitais, que vai pegar no pé do crescimento espetacular da mídia social. Eles vêem a oportunidade de ganho que o resto do mercado (e da economia – local e global) não possui, por isso tamanho oba-oba em Wall Street. Uma desacelaração e já discutirão o modelo de negócio da rede. Um novo concorrente com crescimento espetacular, idem.

b) Visão de Mercado: Mark sabe que já é e brigará com gente grande – f-commerce? Amazon e muitos outros. Publicidade? Google. Uma loja de aplicativos? Apple do seu guru Jobs. Ou seja, se ele precisará dar o passo além que estes caras ainda não deram caso queira entrar em Oceanos Vermelhos. Para navegar Oceanos Azuis o ideal seria (a princípio – vai que tem algo que ainda não vimos?) maximizar as formas de receita do site, indo além dos links e possíveis comissões com aplicativos e games. Mobile é outra frente a explorar, uma vez que metade dos acessos já é feita por dispositivos móveis. Vejam este ótimo estudo da Publicis Londres sobre o futuro do Facebook sob 9 hipóteses de remuneração.

c) Senso de ação: Aqui vai misturar-se com os dois acima, mas ter postura firme e não ceder aos anseios dos novos acionistas quanto a possíveis mudanças forçadas no seu planejamento ao site. Colocar a frente grandes projetos de inovação ao Facebook constantemente, seja via aquisições de outras startups (como o Instagram) ou pelas famosas Hackathons promovidas ao redor do planeta. E atrair/reter as melhores cabeças do mercado – um dos maiores receios é que, com mais de 900 milionários agora dentro da sua estrutura, Mark perca alguns destes profissionais para iniciativas próprias.

Virão das mentes brilhantes de uma Startup adquirida como o Instagram ou das hackathons as inovações que manterão a trajetória de sucesso do Facebook.

Acredito que é isso. Falar sobre futuro em tecnologia é muito complicado, mas o Facebook tem talentos, oportunidades e agora dinheiro para, se não perpetuar-se como líder, consolidar-se como uma grande empresa de internet. Só não pode repousar sobre o berço explêndido, caso contrário pode ter destino parecido com a AOL e Yahoo! – líderes de outrora que permaneceram com o modelo de negócio estático e hoje estão a beira do ostracismo.

Mark também precisará de experiência, visão e ações para tornar seu casamento com Priscilla um sucesso, mas isso não é da nossa importância né?

Tendências para 20XX e o que isso tem a ver com o seu planejamento

Estamos naquela época do ano de novo. Não falo do natal ou do ano novo, mas sim do meu aniversário do período em que empresas, agências e consultores sentam-se juntos para traçarem suas estratégias do ano seguinte. É um momento fundamental de estruturação das ações que, hipoteticamente, serão responsáveis por levar a empresa a cumprir com a sua missão e concretizar sua visão. De preferência superando a concorrência e gerando o máximo de lucro no processo, claro.

Planejando o próximo ano. Não que isso vá dar certo.

Empreender

É também um momento frustrante, pois planejamos na tentativa de antever oportunidades e ameaças mesmo sabendo que nem todas elas acontecerão exatamente como foram previstas. A inevitabilidade desse fracasso faz parte, e só aumenta a importância do exercício de planejar. No entanto, em uma era de tanta competitividade e overdose de informação ficamos ansiosos para nos mantermos à frente da curva, e esse sentimento alimenta a demanda por um ciclo de artigos, pesquisas e posts que se repetem continuamente apontando “as tendências para o próximo ano”. Ou seja, em nosso exercício “Sísifico” de tentar identificar oportunidades futuras, nos tornamos oportunidade para outros – que certamente agem pautados em interesses próprios. É irônico, talvez poético, ou trágico, dependendo de qual extremo você se encontra. Pior ainda. Como não somos capazes de visualizar o futuro, não temos capacidade de determinar quais destas “tendências” apontadas em pesquisas irão se concretizar de fato ou não, certo?

Errado!

Antes de se empolgar tentando implantar todas as tendências apontadas em pesquisas de terceiros no seu próximo planejamento, observe alguns detalhes.

1. Contexto

Toda pesquisa é realizada dentro de um contexto e este impacta diretamente nos resultados. Falar de mobilidade nos EUA é completamente diferente de falar do mesmo tema no Brasil. No primeiro os smartphones já possuem uma base de usuários consolidada e redes 4G/LTE avançam rapidamente, enquanto no segundo há uma predominância dos chamados featurephones e 4G sequer foi implantada ainda. Ou seja, investir em apps robustos que requerem conexão de alta velocidade faz total sentido no primeiro, ao passo que no segundo um web App simplificado tem potencial para atingir uma maior base de usuários.

Mas mais do que olhar contextos amplos, é nosso dever pensar as tendências aplicadas no contexto do público especifico que queremos atingir.

Voltando ao exemplo da estratégia mobile, observei recentemente no Analytics de um cliente que 20% dos acessos são de usuários do iOS, perdendo apenas para o Windows, e em terceiro lugar vem o Android com 12%. Em outras palavras, 1/3 da audiência é usuária de smartphone. Para ele o contexto certamente é diferente do geral e talvez já nos caiba pensar em mobile como tendência para o ano que vem. No entanto, também tenho clientes cujos acessos via mobile correspondem a menos de 10% do total, tratando-se de um público mais velho que acessa a internet de um desktop no trabalho principalmente. Nesse contexto ainda não é preciso fazer um investimento dedicado em mobile. Ainda.

2. Cuidado com a hype

Às vezes perseguimos tão cegamente a última novidade a fim de obter vantagem competitiva que esquecemos de detalhes fundamentais.

Ao longo de todo o meu curso de Administração ouvi diversas “histórias de terror” acerca de implantações mal-sucedidas de sistemas de ERP, mas todas elas tinham um ponto em comum: a empresa, na ânsia por estar dentro das ‘tendências’, esquecia de envolver toda a organização no processo de avanço. As chances dessa atitude gerar deficiências e custos desnecessários no futuro são grandes.

Imagine a situação: você acredita que a empresa precisa implantar o uso de Social CRM, pois várias pesquisas apontam a sua consolidação como tendência. A empresa resolve bancar a ideia, mas ninguém do atendimento é treinado para saber como usar aquilo. Pior. Não basta conhecer tecnicamente a ferramenta, é preciso entender as vantagens do seu uso e no que ela contribui para o trabalho de quem operacionaliza e para a organização como um todo. Essa última parte parece ser o erro mais recorrente na implementação de novas tecnologias tidas como ‘tendência’. O problema que isso gera são profissionais subutilizando um recurso e por vezes desmotivados, incomodados com o fato de terem que se adaptar a uma nova rotina de trabalho “por nada”. Na hora de pensar em novas tendências para a sua estratégia, o profissional que está na ponta da operação deve ser levado em consideração tanto quanto quem está no topo.

Cada um na sua hype.

3. Monitore e repense

Tendências não surgem de uma hora pra outra no final do ano, tendências são construídas ao longo de meses/anos a partir da busca por novos padrões e difusão dos mesmos dentro de um determinado contexto. Parece difícil de entender? Nem tanto. Como apontei no item 1, a partir de um monitoramento realizado no Analytics pude detectar uma tendência para o ano posterior antes de qualquer pesquisa de fim de ano me dizer – ou não, como no caso do cliente com menos de 10% de acesso mobile. Meses atrás já havíamos otimizado o site para mobile e, a partir dos números mais recentes, já estamos discutindo alguns ajustes mais profundos. Isso me leva a outro ponto: a estratégia não pode ser algo engessado.

Tenha ações, metas e prazos bem definidos, mas não caia no erro de tornar o monitoramento apenas mais um relatório de rotina. Ele deve servir para impactar a estratégia ao longo da sua implementação, balizando-a conforme os resultados verificados até então. Reuniões periódicas são fundamentais para que isso aconteça e todos estejam cientes, reagindo e se antecipando de acordo.

Fazendo esse dever de casa, você perceberá que seu desespero diante do ciclo anual de pesquisas de “tendências para o próximo ano” é completamente desnecessário.

Não estou dizendo que estes estudos são fajutos ou que eles não tem importância, muito pelo contrário. Quando bem fundamentados, são instrumentos essenciais para entendermos o contexto geral antes de partirmos para uma reflexão acerca do nosso caso específico.

Na verdade o que estou querendo dizer é que, se a sua organização pratica o ato de monitorar e repensar sua estratégia continuamente, observa o contexto em que está inserida e olha para a implantação de novos processos de maneira ampla visando todos os envolvidos, o que é tido como “tendência” não passa de uma evolução natural.

Empreender – O que te motiva?

Este post de hoje será provocador.

Na verdade cheguei domingo, na véspera de escrever este texto (e outros para iniciativas bacanas que saberão ainda esta semana) e me deparei com a seguinte pergunta – além de não saber exatamente o que escrever aqui (rs):

Empreender

– O que me motiva a escrever?

Hoje, para mim e todos os baristas deste all star team que é o Café com Blogueiros escrever é uma forma de empreender. Para mim escrever aqui é uma forma de ter minha voz ecoada além dos meus seguidores do Facebook e Twitter, levando a mensagem que empreender é uma, senão a principal, forma à qual chegaremos na plenitude do potencial transformador de um indivíduo, um grupo e/ou uma sociedade.

Ponto interessante: as pessoas possuem como empreender o rótulo de modelar e iniciar um negócio. Ok, é a forma mais tradicional e convencional. Mas não é só isso.

Empreender é um modo de vida. É ir além do trivial, do que o “sistema” quer que você faça. É tomar o rumo da sua vida de fato, e não ficar naquele discurso “ah, no meus sonhos eu teria tal emprego, construiria tal casa, namoraria uma pessoa dessa maneira e todo final de ano iria para Floripa.”

Um cara que lidera o movimento de independência sem derramar sangue no país. E vai dizer que o Gandhi não é o grande case empreendedor do século XX…

Ontem conversando com uma amiga destes novos tempos de empreendedor serial em fase embrionária (rs), ela revisitou uma frase que o coordenador Garcia, na ESPM, disse numa das fases mais complicadas da minha vida pessoal:

“Aprendi em workshops de negociação que o não você já tem. Este é garantido desde o início de qualquer conversa. Você precisa apenas correr atrás do sim.”

Ser empreendedor é acreditar piamente nesta frase. E ver o que acontece até o sim acontecer.

Bom, contextualização feita, vamos ao tema do post – o que leva as pessoas a empreenderem.

Em todos os casos encontraremos o “fazer acontecer”, o que significa que ele não é um motivo e sim a prática em si. Então quando a lâmpada acende? E o principal: como fazer a lâmpada acender para mim?

Bom, se você leu o texto até este ponto e está ansioso para ler o resto, uma boa notícia: você realmente quer empreender. Isso é bacana demais!

A idéia pode vir de diversos caminhos, mas existem alguns caminhos que sempre se repetem:

– A paixão: Você curte alguma coisa. Vamos supor, automobilismo – que é o meu caso. Você quer que aquilo seja muito mais que achar o máximo acordar cedo de domingo para ouvir o Galvão Bueno narrar uma corrida de F1. Você começa a ler tudo que existe sobre o assunto, visita alguns eventos, faz alguns contatos e “entra no jogo”. As vezes cumpre uma etapa de estágio em outra organização e resolve montar a própria com vista em alguma lacuna de mercado não atendida. Ou faz melhor algo que já existe.

Pausa. Aqui já existem os 3 pontos cruciais do modus operandi do empreendedor, independente se ele vai trabalhar com balada, corrida de carros ou numa startup:

a) A mudança de rota – Você era um cara 9-18h ou tinha um estilo e trajetória de vida provável até decidir mudar o rumo e ir atrás do sonho. Isso é completamente empreendedor. Mesmo depois você migrando para uma empresa onde terá salário, chefe, obrigações, etc. Mudanças de rumo significam empreender na própria vida, e isso é mandatório para quem quer evoluir e deixar sua marca no mundo.

b) Repertório e escolhas – Repertório é tudo nesta vida. Empreender requer demais conteúdo por parte das pessoas porque muitas vezes (quando não sempre) a tomada de decisão será solitária. Ao constituir conteúdo e tomar alguma decisão você já está empreendendo dentro do que acredita.

c) Constituição do negócio – Para quem tomar as rédeas da vida não é suficiente há algo ainda mais radical: começar um novo negócio, com base (ou não) no que já existe. Ou fazer algo totalmente novo e ir para o que o mercado chama de “Oceano Azul”. Nem precisa dizer o quão é empreendedor modelar e executar o projeto de uma empresa né?

Navegar pelo Oceano Azul não quer dizer que esteja num escritório no Havaí, e sim que um novo mercado foi descoberto. O termo foi criado com base neste livro excelente.

Paixão acredito que seja o atributo mais importante para quem quer empreender. Já pensou trabalhar em algo que não há identificação nenhuma, começando do zero e com carga suficiente para perder horas de sono ou de convívio social? Nem pensa porque você NÃO fará isso ok? 😀 Mas não é o único conceito que vem à tona na hora de empreender.

– Nada funciona, quero o meu – Aqui temos um exemplo histórico de uma empresa que pensa assim, desde o nascimento até hoje. Empresa que falamos sempre e deveria me patrocinar, porque o que falamos da Apple por aqui não está (ou melhor, está sim, tenho provas! hahaha) escrito.

Quem leu a espetacular biografia do Jobs, sabe que os insights aos quais surgiram dois de seus hits vieram da demanda do pessoal interno por aparelhos “que conseguissem operar e entender”: iPod  e iPhone. Tanto é que eles não são os primeiros MP3 Player e Smartphone, respectivamente. Mas a vontade de construir o aparelhos dos sonhos da equipe de design, de suprimentos, de marketing e principalmente do fundador da empresa foi a mola propulsora para o desenvolvimentos dos iGadgets. Com uma pitada de paixão pelo que faz e visão de mercado sim, mas baseados nas demandas internas.

– Pessoal se %$#@ com isso, vou fazer diferente e/ou melhor – Este é um clássico. Vou pegar o caso do You Tube, este site onde perdemos boa parte do nosso tempo (e se deixar, da produtividade) para buscar os vídeos mais interessantes do planeta.

Se você tiver memória, ou já entrava na net há 15 anos atrás, haviam poucos sites de streaming de vídeo. O negócio era subí-los integralmente para quem quiser baixa-los da mesma forma. Para tempos onde banda larga não existia nem no Vale do Silício direito, imagina como era a experiência para o usuário…

Foi quando os fundadores Chad Hurley e Steve Chen, de posse dos vídeos de uma noite de cervejas e besteiras com o pessoal da empresa (PayPal – outro caso semelhante de insatisfação com a experiência anterior) usou um servidor antigo, um aplicativo da Adobe e criou um domínio para compartilhar os vídeos da sua galera sem precisar do download. O resto é história, 18 meses e US$ 2 bilhões pagos pelo Google depois.

– 1 + 1 = 3 ou mais – talvez um dos modos mais criativos e ousados de empreender está na junção de dois conceitos aparentemente antagônicos para construir uma proposta de valor superior. Pode dar muito errado, mas quando acerta a forma é blockbuster.

Peguem o Porsche Cayenne. É necessária muita ousadia ao empreender um projeto de carro superesportivo off road numa tradicional empresa alemã. Mas o que parecia o encontro de dois conceitos completamente opostos tornou-se o produto mais vendido da montadora, ao ponto de fazer concorrentes como Land Rover, Nissan (Infiniti) e, pasmen, a Ferrari irem atrás de produtos semelhantes.

Quem diria que até a Ferrari se rendeu aos superesportivos de 4×4 e teria o seu. No caso o FF

Apresentando estes conceitos, desafio a você a pensar as seguintes questões:

– O que você realmente gosta, ao ponto de passar anos sem ganhar dinheiro algum apenas pelo prazer de fazer acontecer?

– Você consegue visualizar alguma coisa errada neste setor? Alguma empresa que está fazendo alguma coisa que não achas que é o mais adequado?

– Há algum setor da economia com problemas crônicos os quais você possui alguma habilidade ou plano de salvá-lo?

Mas antes de qualquer coisa, pergunte-se a si mesmo:

– Qual meu propósito de vida? Será que empreender é algo que vai agregar a mim, aos próximos e à sociedade?

– Qual o meu “tesão” por empreender? Por alguma paixão ou por mera oportunidade de mercado e/ou obtenção de capital?

– Estou disposto a passar por apertos financeiros e privações pessoais para correr atrás de criar um modelo de negócio ativo e com potencial de crescimento?

– Construir um legado é algo que realmente me interessa?

Se há respostas certas para estas perguntas? Não. Mas são elas que irão guiá-lo nesta primeira etapa do desafio de empreender.

E não fique constrangido de não saber responder no ato; sinal que estás evoluindo. Afinal o mundo não é feito de respostas – são as perguntas (e suas inquietações) que moldam a evolução e dão o lastro para o sucesso de cada um de nós.

Como escrever sobre os produtos e serviços de anunciante

Quem acha que escrever para o blog de um cliente é fácil está completamente errado. Além de ter que entender muito sobre o negócio é necessário saber sobre o público-alvo, e unir esses dois conhecimentos em busca de fazer com que os usuários se interessem pelas ofertas que a empresa quer enfatizar.

como escrever um artigo patrocinado

Portanto, como fazer isso de forma eficaz?

Primeiro, quando descrevemos algum produto ou serviço, o importante não é se focar nas características, mas sim nos benefícios de comprá-los. O que isso facilitaria, melhoraria, e encantaria na vida dos usuários? Ou seja, demonstrar o que realmente isso ajudaria na vida do indivíduo, e o porquê do investimento por parte deles.

Quando conseguimos extrair essa parte funcional, é possível alinhar com os desejos do cliente, buscando uma atração mais emocional.  Obter o seu público emocionalmente motivado é a chave do sucesso.

Portanto, o segundo grande passo é pesquisar sobre o mercado-alvo para aproveitar os verdadeiros desejos do seu público. Quando se entende o que eles querem, mais ligações você poderá fazer com os benefícios dos seus produtos e serviços e as reais necessidades dos clientes.

Se unir os reais benefícios, com as necessidades e desejos se torna muito mais interessante a compra dessas ofertas de forma que o cliente estará mais satisfeito e convencido que realmente precisa daquele serviço ou produto.

E vocês? Como atraem seus clientes por meio da blogosfera?

Como você se atualiza?

Um dos grandes desafios dos blogueiros é ter que estar sempre atualizado, certo? Afinal, quem vai acessar um blog quer saber sobre novidades, a opinião do blogueiro e ficar mais informado. Se o blog não tem postagens constantes ou o que é escrito é irrelevante, as pessoas vão desistir de acessá-lo. Ou vai dizer que você nunca desistiu de um blog por estes motivos?

acompanhe canais

E com tantas fontes disponíveis na web como manter-se atualizado dos fatos relevantes pro seu público? Como existe uma diversidade enorme de assuntos seria difícil selecionar canais para um ou outro, então destaco, abaixo, algumas dicas de como facilitar seu trabalho de atualização:

Use o Twitter Instagram a seu favor: encontre umas cinco pessoas influentes na sua área, veja quem elas seguem ou as listas que possuem (ou estão inseridas), selecione algumas e passe a acompanhar realmente o que falam sobre temas de seu interesse. Aliás, o Twitter é um dos melhores e ágeis canais pra se manter informado, localize o “@” de revistas e afins e não deixe seu Twitter esquecido, acesse sempre que possível, veja links e conversas que podem ser úteis.

O Reader também pode te ajudar: assine o RSS de diversos blogs e sites, é o jeito mais fácil de conseguir acompanhar tudo.

Participe de grupos de discussão: seja no Facebook ou qualquer outra plataforma de discussão, os grupos são ótimos para saber pontos de vista diferentes e ainda fazer um networking.

Assista palestras: em eventos ou no Youtube as possibilidades de acesso são várias. Palestras podem não ter tanto conteúdo necessariamente novo, mas certamente você vai aprender algo que ainda não sabia. Isso vale para livros também.

Dicas simples e objetivas que podem te ajudar bastante para ter uma boa bagagem de ideias e temas para seu próximo post. E você como se atualiza?