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Tendências para 20XX e o que isso tem a ver com o seu planejamento

Estamos naquela época do ano de novo. Não falo do natal ou do ano novo, mas sim do meu aniversário do período em que empresas, agências e consultores sentam-se juntos para traçarem suas estratégias do ano seguinte. É um momento fundamental de estruturação das ações que, hipoteticamente, serão responsáveis por levar a empresa a cumprir com a sua missão e concretizar sua visão. De preferência superando a concorrência e gerando o máximo de lucro no processo, claro.

Planejando o próximo ano. Não que isso vá dar certo.

Empreender

É também um momento frustrante, pois planejamos na tentativa de antever oportunidades e ameaças mesmo sabendo que nem todas elas acontecerão exatamente como foram previstas. A inevitabilidade desse fracasso faz parte, e só aumenta a importância do exercício de planejar. No entanto, em uma era de tanta competitividade e overdose de informação ficamos ansiosos para nos mantermos à frente da curva, e esse sentimento alimenta a demanda por um ciclo de artigos, pesquisas e posts que se repetem continuamente apontando “as tendências para o próximo ano”. Ou seja, em nosso exercício “Sísifico” de tentar identificar oportunidades futuras, nos tornamos oportunidade para outros – que certamente agem pautados em interesses próprios. É irônico, talvez poético, ou trágico, dependendo de qual extremo você se encontra. Pior ainda. Como não somos capazes de visualizar o futuro, não temos capacidade de determinar quais destas “tendências” apontadas em pesquisas irão se concretizar de fato ou não, certo?

Errado!

Antes de se empolgar tentando implantar todas as tendências apontadas em pesquisas de terceiros no seu próximo planejamento, observe alguns detalhes.

1. Contexto

Toda pesquisa é realizada dentro de um contexto e este impacta diretamente nos resultados. Falar de mobilidade nos EUA é completamente diferente de falar do mesmo tema no Brasil. No primeiro os smartphones já possuem uma base de usuários consolidada e redes 4G/LTE avançam rapidamente, enquanto no segundo há uma predominância dos chamados featurephones e 4G sequer foi implantada ainda. Ou seja, investir em apps robustos que requerem conexão de alta velocidade faz total sentido no primeiro, ao passo que no segundo um web App simplificado tem potencial para atingir uma maior base de usuários.

Mas mais do que olhar contextos amplos, é nosso dever pensar as tendências aplicadas no contexto do público especifico que queremos atingir.

Voltando ao exemplo da estratégia mobile, observei recentemente no Analytics de um cliente que 20% dos acessos são de usuários do iOS, perdendo apenas para o Windows, e em terceiro lugar vem o Android com 12%. Em outras palavras, 1/3 da audiência é usuária de smartphone. Para ele o contexto certamente é diferente do geral e talvez já nos caiba pensar em mobile como tendência para o ano que vem. No entanto, também tenho clientes cujos acessos via mobile correspondem a menos de 10% do total, tratando-se de um público mais velho que acessa a internet de um desktop no trabalho principalmente. Nesse contexto ainda não é preciso fazer um investimento dedicado em mobile. Ainda.

2. Cuidado com a hype

Às vezes perseguimos tão cegamente a última novidade a fim de obter vantagem competitiva que esquecemos de detalhes fundamentais.

Ao longo de todo o meu curso de Administração ouvi diversas “histórias de terror” acerca de implantações mal-sucedidas de sistemas de ERP, mas todas elas tinham um ponto em comum: a empresa, na ânsia por estar dentro das ‘tendências’, esquecia de envolver toda a organização no processo de avanço. As chances dessa atitude gerar deficiências e custos desnecessários no futuro são grandes.

Imagine a situação: você acredita que a empresa precisa implantar o uso de Social CRM, pois várias pesquisas apontam a sua consolidação como tendência. A empresa resolve bancar a ideia, mas ninguém do atendimento é treinado para saber como usar aquilo. Pior. Não basta conhecer tecnicamente a ferramenta, é preciso entender as vantagens do seu uso e no que ela contribui para o trabalho de quem operacionaliza e para a organização como um todo. Essa última parte parece ser o erro mais recorrente na implementação de novas tecnologias tidas como ‘tendência’. O problema que isso gera são profissionais subutilizando um recurso e por vezes desmotivados, incomodados com o fato de terem que se adaptar a uma nova rotina de trabalho “por nada”. Na hora de pensar em novas tendências para a sua estratégia, o profissional que está na ponta da operação deve ser levado em consideração tanto quanto quem está no topo.

Cada um na sua hype.

3. Monitore e repense

Tendências não surgem de uma hora pra outra no final do ano, tendências são construídas ao longo de meses/anos a partir da busca por novos padrões e difusão dos mesmos dentro de um determinado contexto. Parece difícil de entender? Nem tanto. Como apontei no item 1, a partir de um monitoramento realizado no Analytics pude detectar uma tendência para o ano posterior antes de qualquer pesquisa de fim de ano me dizer – ou não, como no caso do cliente com menos de 10% de acesso mobile. Meses atrás já havíamos otimizado o site para mobile e, a partir dos números mais recentes, já estamos discutindo alguns ajustes mais profundos. Isso me leva a outro ponto: a estratégia não pode ser algo engessado.

Tenha ações, metas e prazos bem definidos, mas não caia no erro de tornar o monitoramento apenas mais um relatório de rotina. Ele deve servir para impactar a estratégia ao longo da sua implementação, balizando-a conforme os resultados verificados até então. Reuniões periódicas são fundamentais para que isso aconteça e todos estejam cientes, reagindo e se antecipando de acordo.

Fazendo esse dever de casa, você perceberá que seu desespero diante do ciclo anual de pesquisas de “tendências para o próximo ano” é completamente desnecessário.

Não estou dizendo que estes estudos são fajutos ou que eles não tem importância, muito pelo contrário. Quando bem fundamentados, são instrumentos essenciais para entendermos o contexto geral antes de partirmos para uma reflexão acerca do nosso caso específico.

Na verdade o que estou querendo dizer é que, se a sua organização pratica o ato de monitorar e repensar sua estratégia continuamente, observa o contexto em que está inserida e olha para a implantação de novos processos de maneira ampla visando todos os envolvidos, o que é tido como “tendência” não passa de uma evolução natural.

Empreender – O que te motiva?

Este post de hoje será provocador.

Na verdade cheguei domingo, na véspera de escrever este texto (e outros para iniciativas bacanas que saberão ainda esta semana) e me deparei com a seguinte pergunta – além de não saber exatamente o que escrever aqui (rs):

Empreender

– O que me motiva a escrever?

Hoje, para mim e todos os baristas deste all star team que é o Café com Blogueiros escrever é uma forma de empreender. Para mim escrever aqui é uma forma de ter minha voz ecoada além dos meus seguidores do Facebook e Twitter, levando a mensagem que empreender é uma, senão a principal, forma à qual chegaremos na plenitude do potencial transformador de um indivíduo, um grupo e/ou uma sociedade.

Ponto interessante: as pessoas possuem como empreender o rótulo de modelar e iniciar um negócio. Ok, é a forma mais tradicional e convencional. Mas não é só isso.

Empreender é um modo de vida. É ir além do trivial, do que o “sistema” quer que você faça. É tomar o rumo da sua vida de fato, e não ficar naquele discurso “ah, no meus sonhos eu teria tal emprego, construiria tal casa, namoraria uma pessoa dessa maneira e todo final de ano iria para Floripa.”

Um cara que lidera o movimento de independência sem derramar sangue no país. E vai dizer que o Gandhi não é o grande case empreendedor do século XX…

Ontem conversando com uma amiga destes novos tempos de empreendedor serial em fase embrionária (rs), ela revisitou uma frase que o coordenador Garcia, na ESPM, disse numa das fases mais complicadas da minha vida pessoal:

“Aprendi em workshops de negociação que o não você já tem. Este é garantido desde o início de qualquer conversa. Você precisa apenas correr atrás do sim.”

Ser empreendedor é acreditar piamente nesta frase. E ver o que acontece até o sim acontecer.

Bom, contextualização feita, vamos ao tema do post – o que leva as pessoas a empreenderem.

Em todos os casos encontraremos o “fazer acontecer”, o que significa que ele não é um motivo e sim a prática em si. Então quando a lâmpada acende? E o principal: como fazer a lâmpada acender para mim?

Bom, se você leu o texto até este ponto e está ansioso para ler o resto, uma boa notícia: você realmente quer empreender. Isso é bacana demais!

A idéia pode vir de diversos caminhos, mas existem alguns caminhos que sempre se repetem:

– A paixão: Você curte alguma coisa. Vamos supor, automobilismo – que é o meu caso. Você quer que aquilo seja muito mais que achar o máximo acordar cedo de domingo para ouvir o Galvão Bueno narrar uma corrida de F1. Você começa a ler tudo que existe sobre o assunto, visita alguns eventos, faz alguns contatos e “entra no jogo”. As vezes cumpre uma etapa de estágio em outra organização e resolve montar a própria com vista em alguma lacuna de mercado não atendida. Ou faz melhor algo que já existe.

Pausa. Aqui já existem os 3 pontos cruciais do modus operandi do empreendedor, independente se ele vai trabalhar com balada, corrida de carros ou numa startup:

a) A mudança de rota – Você era um cara 9-18h ou tinha um estilo e trajetória de vida provável até decidir mudar o rumo e ir atrás do sonho. Isso é completamente empreendedor. Mesmo depois você migrando para uma empresa onde terá salário, chefe, obrigações, etc. Mudanças de rumo significam empreender na própria vida, e isso é mandatório para quem quer evoluir e deixar sua marca no mundo.

b) Repertório e escolhas – Repertório é tudo nesta vida. Empreender requer demais conteúdo por parte das pessoas porque muitas vezes (quando não sempre) a tomada de decisão será solitária. Ao constituir conteúdo e tomar alguma decisão você já está empreendendo dentro do que acredita.

c) Constituição do negócio – Para quem tomar as rédeas da vida não é suficiente há algo ainda mais radical: começar um novo negócio, com base (ou não) no que já existe. Ou fazer algo totalmente novo e ir para o que o mercado chama de “Oceano Azul”. Nem precisa dizer o quão é empreendedor modelar e executar o projeto de uma empresa né?

Navegar pelo Oceano Azul não quer dizer que esteja num escritório no Havaí, e sim que um novo mercado foi descoberto. O termo foi criado com base neste livro excelente.

Paixão acredito que seja o atributo mais importante para quem quer empreender. Já pensou trabalhar em algo que não há identificação nenhuma, começando do zero e com carga suficiente para perder horas de sono ou de convívio social? Nem pensa porque você NÃO fará isso ok? 😀 Mas não é o único conceito que vem à tona na hora de empreender.

– Nada funciona, quero o meu – Aqui temos um exemplo histórico de uma empresa que pensa assim, desde o nascimento até hoje. Empresa que falamos sempre e deveria me patrocinar, porque o que falamos da Apple por aqui não está (ou melhor, está sim, tenho provas! hahaha) escrito.

Quem leu a espetacular biografia do Jobs, sabe que os insights aos quais surgiram dois de seus hits vieram da demanda do pessoal interno por aparelhos “que conseguissem operar e entender”: iPod  e iPhone. Tanto é que eles não são os primeiros MP3 Player e Smartphone, respectivamente. Mas a vontade de construir o aparelhos dos sonhos da equipe de design, de suprimentos, de marketing e principalmente do fundador da empresa foi a mola propulsora para o desenvolvimentos dos iGadgets. Com uma pitada de paixão pelo que faz e visão de mercado sim, mas baseados nas demandas internas.

– Pessoal se %$#@ com isso, vou fazer diferente e/ou melhor – Este é um clássico. Vou pegar o caso do You Tube, este site onde perdemos boa parte do nosso tempo (e se deixar, da produtividade) para buscar os vídeos mais interessantes do planeta.

Se você tiver memória, ou já entrava na net há 15 anos atrás, haviam poucos sites de streaming de vídeo. O negócio era subí-los integralmente para quem quiser baixa-los da mesma forma. Para tempos onde banda larga não existia nem no Vale do Silício direito, imagina como era a experiência para o usuário…

Foi quando os fundadores Chad Hurley e Steve Chen, de posse dos vídeos de uma noite de cervejas e besteiras com o pessoal da empresa (PayPal – outro caso semelhante de insatisfação com a experiência anterior) usou um servidor antigo, um aplicativo da Adobe e criou um domínio para compartilhar os vídeos da sua galera sem precisar do download. O resto é história, 18 meses e US$ 2 bilhões pagos pelo Google depois.

– 1 + 1 = 3 ou mais – talvez um dos modos mais criativos e ousados de empreender está na junção de dois conceitos aparentemente antagônicos para construir uma proposta de valor superior. Pode dar muito errado, mas quando acerta a forma é blockbuster.

Peguem o Porsche Cayenne. É necessária muita ousadia ao empreender um projeto de carro superesportivo off road numa tradicional empresa alemã. Mas o que parecia o encontro de dois conceitos completamente opostos tornou-se o produto mais vendido da montadora, ao ponto de fazer concorrentes como Land Rover, Nissan (Infiniti) e, pasmen, a Ferrari irem atrás de produtos semelhantes.

Quem diria que até a Ferrari se rendeu aos superesportivos de 4×4 e teria o seu. No caso o FF

Apresentando estes conceitos, desafio a você a pensar as seguintes questões:

– O que você realmente gosta, ao ponto de passar anos sem ganhar dinheiro algum apenas pelo prazer de fazer acontecer?

– Você consegue visualizar alguma coisa errada neste setor? Alguma empresa que está fazendo alguma coisa que não achas que é o mais adequado?

– Há algum setor da economia com problemas crônicos os quais você possui alguma habilidade ou plano de salvá-lo?

Mas antes de qualquer coisa, pergunte-se a si mesmo:

– Qual meu propósito de vida? Será que empreender é algo que vai agregar a mim, aos próximos e à sociedade?

– Qual o meu “tesão” por empreender? Por alguma paixão ou por mera oportunidade de mercado e/ou obtenção de capital?

– Estou disposto a passar por apertos financeiros e privações pessoais para correr atrás de criar um modelo de negócio ativo e com potencial de crescimento?

– Construir um legado é algo que realmente me interessa?

Se há respostas certas para estas perguntas? Não. Mas são elas que irão guiá-lo nesta primeira etapa do desafio de empreender.

E não fique constrangido de não saber responder no ato; sinal que estás evoluindo. Afinal o mundo não é feito de respostas – são as perguntas (e suas inquietações) que moldam a evolução e dão o lastro para o sucesso de cada um de nós.

Como escrever sobre os produtos e serviços de anunciante

Quem acha que escrever para o blog de um cliente é fácil está completamente errado. Além de ter que entender muito sobre o negócio é necessário saber sobre o público-alvo, e unir esses dois conhecimentos em busca de fazer com que os usuários se interessem pelas ofertas que a empresa quer enfatizar.

como escrever um artigo patrocinado

Portanto, como fazer isso de forma eficaz?

Primeiro, quando descrevemos algum produto ou serviço, o importante não é se focar nas características, mas sim nos benefícios de comprá-los. O que isso facilitaria, melhoraria, e encantaria na vida dos usuários? Ou seja, demonstrar o que realmente isso ajudaria na vida do indivíduo, e o porquê do investimento por parte deles.

Quando conseguimos extrair essa parte funcional, é possível alinhar com os desejos do cliente, buscando uma atração mais emocional.  Obter o seu público emocionalmente motivado é a chave do sucesso.

Portanto, o segundo grande passo é pesquisar sobre o mercado-alvo para aproveitar os verdadeiros desejos do seu público. Quando se entende o que eles querem, mais ligações você poderá fazer com os benefícios dos seus produtos e serviços e as reais necessidades dos clientes.

Se unir os reais benefícios, com as necessidades e desejos se torna muito mais interessante a compra dessas ofertas de forma que o cliente estará mais satisfeito e convencido que realmente precisa daquele serviço ou produto.

E vocês? Como atraem seus clientes por meio da blogosfera?

Como você se atualiza?

Um dos grandes desafios dos blogueiros é ter que estar sempre atualizado, certo? Afinal, quem vai acessar um blog quer saber sobre novidades, a opinião do blogueiro e ficar mais informado. Se o blog não tem postagens constantes ou o que é escrito é irrelevante, as pessoas vão desistir de acessá-lo. Ou vai dizer que você nunca desistiu de um blog por estes motivos?

acompanhe canais

E com tantas fontes disponíveis na web como manter-se atualizado dos fatos relevantes pro seu público? Como existe uma diversidade enorme de assuntos seria difícil selecionar canais para um ou outro, então destaco, abaixo, algumas dicas de como facilitar seu trabalho de atualização:

Use o Twitter Instagram a seu favor: encontre umas cinco pessoas influentes na sua área, veja quem elas seguem ou as listas que possuem (ou estão inseridas), selecione algumas e passe a acompanhar realmente o que falam sobre temas de seu interesse. Aliás, o Twitter é um dos melhores e ágeis canais pra se manter informado, localize o “@” de revistas e afins e não deixe seu Twitter esquecido, acesse sempre que possível, veja links e conversas que podem ser úteis.

O Reader também pode te ajudar: assine o RSS de diversos blogs e sites, é o jeito mais fácil de conseguir acompanhar tudo.

Participe de grupos de discussão: seja no Facebook ou qualquer outra plataforma de discussão, os grupos são ótimos para saber pontos de vista diferentes e ainda fazer um networking.

Assista palestras: em eventos ou no Youtube as possibilidades de acesso são várias. Palestras podem não ter tanto conteúdo necessariamente novo, mas certamente você vai aprender algo que ainda não sabia. Isso vale para livros também.

Dicas simples e objetivas que podem te ajudar bastante para ter uma boa bagagem de ideias e temas para seu próximo post. E você como se atualiza?

Como escrever um artigo da maneira correta?

A resposta dessa pergunta não é bem simples de responder. Existem diversas formas de escrever para blogs e cada blogueiro, ou iniciante em blogs, acaba desenvolvendo seu próprio estilo com base no que ele vai escrever. Mas, é possível utilizar algumas regras simples e que são, ao mesmo tempo, bem importantes para o sucesso de um blog.

Defini 4 pequenas regras sobre como escrever um bom post com base em algumas perguntas que ouço por aí. Uma delas é quando  alguém diz “Eu não consigo escrever um post, como posso fazer isso?”. Bom, vamos lá:

Como escrever um artigo

Cada post com sua ideia

Quando iniciar um post, escreva em um pedaço de papel uma linha com umas 15 palavras sobre o que você vai falar naquele post (isso foi algo que inventei e que me ajuda bastante). Não tente escrever sobre diversas coisas em um post só, isso vai complicar seu raciocínio e do seu leitor.

Tudo está no título

Imagine quantas informações seus leitores recebem no e-mail, feed de blogs, Twitter, Facebook e outras Redes Sociais, pode ter certeza que são muitas informações. Se você não tem um bom título e focado na ideia principal do seu post, você vai perder muitos leitores.

Entre 400 e 600 palavras

Esta começando a blogar? Então, cuidado com textos muito longos. Tente manter seus posts entre 800 e 2000 palavras, com foco na sua ideia, como citei na primeira dica. Com posts rápidos e interessantes, seus leitores podem se interessar mais em seus artigos e com o tempo você pode aumentar a quantidade de palavras em seus textos.

Imagem ou vídeo?

Uma boa imagem vale mais que mil palavras. Isso é a pura verdade, mas no caso de posts em blogs isso pode ser trabalhado de duas formas. São elas:

  • Em textos muito longos, com até 600 palavras, insira em alguma área que represente bem o título e a ideia do seu post uma imagem que possa dar uma pausa na mente do seu leitor sem tirar o foco da ideia do artigo.
  • Se o seu post não vai ter tantas palavras assim, cuidado com as imagens. Elas podem fazer com que seu leitor leia rapidamente o texto e saia do blog. Nesse caso eu costumo utilizar alguns vídeos que possam representar a ideia do post. Como escrevo muito sobre Social Media, empreendedorismo e comunicação digital, acabo encontrando vídeos bem interessantes sobre casos de sucessos e reflexões de especialistas.

Acredito que a melhor dica é: Crie seu próprio estilo com foco no que seus leitores querem encontrar. Para isso, escreva, escreva e escreva.

A estratégia para identificar blogs relevantes

Então você precisa fazer aquela ação com blogueiros e convidá-los para um evento de lançamento. O cliente sabe que no meio digital tem muita gente que só é chamada por ser amiga do amigo, e por isso quer uma explicação detalhada sobre o fechamento do mailing, afinal, o argumento simples de que o fulano é relevante porque o site tem 50 mil visitas únicas diárias é – digamos – “superficial”.

blogs relevantes

Pode acreditar, a cena que descrevi no abre desse post se já não aconteceu, vai rolar em muito breve contigo. E antes que sua equipe fique de calça curta, que tal discutir um pouco de metodologia prática para definir relevância de blogs?

Apesar de parecer pomposo, definir aspectos para uma metodologia requer um investimento muito maior de tempo do que budget. Até porque a maior parte das ferramentas a serem utilizadas são gratuitas. E mesmo que estejamos falando de uma certa subjetividade, eu digo que para ter um bom mailing de blogs é preciso tempo e massa analítica.

Cinco ações para analisar um blog

Muitas variáveis podem fazer parte desse levantamento. Tudo depende de qual “corrente estratégica” você é adepto. A minha é a do Inbound Marketing, onde aspectos ligados a relevância de conteúdo, SEO e impacto em redes sociais são essenciais. Por isso, ao incluir um blog na minha lista, aspectos como inlinks, perfis e interação com o público terão peso importante na análise.

Mas independentemente do que você acredita, levantei cinco ações que considero essenciais para você desenvolver. Vamos a elas:

– Relevância de conteúdo: não basta ser um top blogueiro, ele precisa ter conteúdo diferenciado para o público de interesse do cliente. Logo, é importante levantar como ele fala do referido mercado, qual a opinião que ele tem acerca do produto, marca ou serviço.

– Ranking e links: utilizando ferramentas de pagerank e de inlinks, é possível ter números importantes de preocupação com construção de conteúdo, influência na rede e teia de contatos e relacionamento.

– Redes Sociais: eis um ponto crucial, pois quando falamos de Inbound Marketing estamos tomando como uma das bases primárias da estratégia a capacidade de ver o conteúdo gerado espalhado pela Mídia Social. O que, consequentemente, gera bom posicionamento do mesmo nos buscadores. Além disso, é importante avaliar como os canais trabalham em prol de discussões complementares ao que é postado nos posts.

– Klout Pessoal: mesmo que todo índice de relevância seja “manipulável”,  considero o Klout, da HubSpot, a melhor ferramenta de análise do mercado. Gratuita, ela é a que leva em consideração o maior número de redes, tendo inserido recentemente o YouTube, Last.FM, Tumblr, Blogger, Instagram e Flickr, além de já ter na sua base Twitter, Facebook e Linkedin.

– Profissionalismo: pouca gente se atenta para esse ponto, mas tomar cuidados com isso pode evitar dor de cabeça, principalmente se você envolverá no contato algum tipo de relação comercial. Midia Kit, pessoa jurídica e recomendação de mercado são apenas alguns dos pontos importantes. Entretanto, é preciso entender mesmo que quando falamos da relação agência x blogueiro, temos de pensar no cliente e no sucesso da estratégia e não na boquinha para um coleguinha ou uma ação de uma-mão-lava-a-outra. Isso faz a diferença entre manter a rodinha de amigos e ganhar relevância real num mercado tão competitivo como o que vivemos hoje em dia.

6 Dicas e ideias criativas para seu próximo post

Quando Blogamos, sabemos muito bem que não é tão simples escrever um bom post. Citei um dia desses que um post leva uns 5 minutos para ser escrito. Eu me equivoquei completamente. Um bom post pode levar alguns minutos e, até, algumas horas. Exige pesquisa, conhecimento sobre o assunto e criatividade.

ideias criativas para seu próximo post

Aprendi, nesses quase 3 anos blogando, algumas formas de iniciar posts novos.

Vou compartilhar com vocês:

Ah, essas dicas servem tanto para blogueiros profissionais, como para blogs corporativos.

1. Escreva guias!
Um guia é uma excelente forma de ensinar suas habilidades ou estratégias sobre um determinado assunto. Elas têm posicionam como um líder de mercado e de pensamento quando você posiciona informações úteis. Faz com que você ganhe confiança em seu mercado e segmento.

2. Crie listas!
Criar listas, como esta que escrevi (e que vocês está lendo), são uma ótima forma de escrever conteúdo rápido, instrutivo e interessante para seu leitor. Ler listas é algo que muita gente faz, não é chato e ela pode selecionar o que realmente quer ler nas Top 10 dicas, por exemplo.

Aliás, você sabe por que criam listas com 10 itens? Não? Conte os dedos da sua mão e terá uma idéia. É mais e podemos contar nas mãos qual dica foi mais interessante. Memorizamos melhor.

3. Fotos e vídeos são legais
Conteúdo multimídia é o que há! Insira posts com fotos, imagens, quadrinhos e, principalmente, vídeos. Se possível, tente criar seus próprios vídeos com algumas dicas. Olhe um exemplo que criamos no blog da agência da qual sou sócio.

4. Faça entrevistas!
Sempre tem alguém do mercado ou da área em que você atua ou em que se propõe a escrever em seu blog que é uma pessoa/personalidade importante e que muita gente gostaria de ler sua história ou idéia. Pronto! Faça uma entrevista com essas pessoas e publique em seu blog. Além de ter um ótimo conteúdo, você fará novas amizades com pessoas importantes.

5. Tenha colaboradores
Essa foi a principal razão pela qual criei o Coletivo Mídia Boom. Sua opinião não é sempre e mais correta. Tenha um canal onde seus parceiros, amigos, clientes e, porque não, seus concorrentes possam disseminar conteúdo. Entenda que compartilhar conteúdo é algo fantástico e trás ótimos benefícios para todos.

Veja o exemplo. Eu sou colaborador do Café com Blogueiros.

6. Não gosta de escrever? Fale!
Crie um podcast em seu blog. Se você tem dificuldades em escrever sobre suas idéias, dicas, listas e criar entrevistas, então crie um podcast em seu blog. Crie uma forma simples de dar suas opiniões e conhecimento através de áudio. As pessoas irão adorar, pode ter certeza.

Blogar não é difícil. Contanto que você tenha a certeza que pode as sabe escrever ou falar sobre o assunto que se propõe a disseminar como conteúdo, tudo se tornará mais fácil e trará grandes benefícios.

O que você achou dessas dicas? Tem algumas para compartilhar conosco?

Ah, bons posts!

Como Usar Fontes do Google Web Fonts na Estilização do Seu Blog

Antes era complicado exibir fontes externas em web design. Além da pouca variedade com permissão de uso na internet, precisava-se criar um arquivo a partir da fonte, no formato .eot, para correta visualização em certos navegadores. Isso sem contar a parte de CSS para criar a estilização.

Como Usar Fontes do Google Web

Fontes externas são aquelas que o visitante da página não tem no próprio computador. Se você usar, por exemplo, a Helvetica em algum estilo no seu blog e o visitante não a tiver instalada, o navegador aplicará outra fonte ali, mudando o design original que você planejou. Dependendo da situação, pode alterar totalmente a formatação da página e até torná-la ilegível, em casos de grande variação de tamanho entre a que deveria ser exibida e a que foi usada em substituição.

Mais recentemente, a vida dos designers web foi facilitada com sites como Fontsquirrel, que oferece centenas de pacotes com todo o kit para o @font-face, regra responsável por tornar a fonte aplicável através da propriedade font-family. No arquivo já estão incluídos diferentes formatos da fonte, para total compatibilidade com os navegadores atuais e até a regra em CSS para aplicá-la.

Mas se você mesmo assim não consegue usar fontes externas porque não tem conhecimento algum de estilização, o Google (sempre ele) oferece uma grande facilidade, o Web Fonts. É uma coleção de fontes para web, onde basta copiar o código fornecido lá e aplicar em seu blog ou site para usá-las, sem maiores complicações como envio de arquivos para seu servidor.

Veja como é simples de usar. Vamos supor que você gostou da fonte Press Start 2P, que quase ninguém tem instalada – mas isso não será problema, pois ela será carregada do arquivo do Google.

Google Web Fonts

1 – Escolha de estilos. Algumas fontes terão vários estilos próprios, como versões em itálico, negrito, leve… se quiser usar muitos deles, vá marcando as caixas. Quanto mais estilos usar, mais fontes serão carregadas, o que vai causar uma pequena perda no tempo de carregamento do blog; logo, se só pretende usar uma versão, carregue apenas ela. Veja o item 5.

2 – Conjunto de caracteres. Dependendo do idioma do site ou blog, pode ser preciso usar caracteres mais extensos. Em condições normais, apenas o Latin é suficiente.

3 – Código. Basta copiar o código fornecido e colá-lo no seu blog. O melhor lugar para fazer isso é dentro da seção <head>, assim a fonte será carregada logo no começo.

Na guia @import, você consegue um trecho de CSS que vai importar a fonte direto pela folha de estilos. Se nenhuma das opções funcionar, ainda resta o código em Javascript.

4 – Integrando a fonte ao blog. É o trecho de estilização que chama a fonte para funcionar; basta colar isso na sua folha de estilos e usar a font-family onde quiser. Por exemplo, se quiser todos os cabeçalhos h1 com aquela fonte, use:

5 – Tempo de carregamento. Quanto mais próximo do vermelho estiver o “velocímetro”, mais aquela fonte vai pesar no carregamento da página que a usa. Então, lembre-se de usar web fonts com moderação para não deixar seu blog lerdo.

Estilização do Seu Blog

Muito simples. Só não saia usando todas as fontes que encontrar, ou o reflexo no tempo de carregamento do blog será cruel. É pra ser apreciado com moderação, muita moderação.

Clicando em Pop-Out, você abre uma janela que exibe todos os caracteres disponíveis na fonte. Isso é importante, pois se ela não tiver acentos e cedilha, apresentará erros com textos em português. Se for o caso, escolha outra fonte.

Moderar Comentários: Um Mal Necessário

Tempos atrás houve um movimento entre os blogs, sugerindo que deixar os comentários liberados (aparecer publicamente assim que postados, com moderação posterior) seria uma boa prática, como incentivo aos comentaristas. Alguns blog grandes adotam esse método. Embora seja mais interessante para o visitante ver sua participação publicada logo, pode ser um problema, a não ser que você tenha uma equipe para monitorar os comentários com frequência, ou faça você mesmo isso ao longo do dia – algo que nem todos podem se dar ao luxo.

Como Moderar Comentários

A questão está no mau uso por parte de uma minoria, que acaba comprometendo o serviço todo. Mesmo que o WordPress ofereça sistemas de moderação automática, que retém comentários vindos de determinados IPs ou que contenham palavras pré-selecionadas, você pode ser surpreendido por ondas de spam que não sejam pegos pelo Akismet, ou pior: comentários ofensivos, que podem se transformar numa dor de cabeça maior.

Responsabilidade sobre comentários: do autor ou do blog?

Como dono de um espaço que foi aberto espontaneamente para discussão, o dono do blog pode ser responsabilizado pelo conteúdo dos comentários. Mesmo que você deixe claro em sua página de políticas de comentários que “os comentários não expressam a opinião do blog” (como alguns fazem), é preciso notar que a opinião só foi publicada ali porque nós demos voz e público a ela.

Em blogs com baixo número de comentários, é muito simples resolver: basta seguir ao painel de controle do seu blog, na opção Configurações > Discussão, e marcar a caixa “Um administrador tem sempre que aprovar o comentário”. Assim, todos eles deverão ser aprovados pelo editor ou dono do blog antes de aparecer publicamente.

Na caixa mais abaixo da anterior, você pode fazer o mesmo, desviando o comentário para a lista de spam.

Uma última solução, caso você tenha muitos comentários e não dê conta de verificar todos, é desativá-los, uma medida extrema e que vai matar uma das principais características de um blog, que é a discussão.

Porque somos responsáveis?

É claro que ter um blog com espaço para comentários, está envolvido um risco natural. Ao publicar o comentário (moderado, ou permitindo que ele apareça sem moderação), o autor / responsável pelo blog assume todos os riscos como publicador daquele texto, mesmo que não concorde com ele.

Comentários

Há casos na justiça brasileira (como você pode ver no artigo citado acima), em que o dono do blog acabou sendo responsabilizado (responsabilidade objetiva – – independente de culpa). Mesmo a possibilidade de identificar o autor do comentário pelo IP não isentaria o dono / responsável pelo blog de sua parte de culpa: ter dado espaço àquele comentário.

Então, tenha muita cautela ao aceitar comentários para não criar uma armadilha pra si mesmo. Depois não vai adiantar dizer que o culpado é o comentarista.

Você Está Preparado Para Ter (e Cuidar de) um Blog?

Este é o primeiro artigo do Blog Aprendiz, e para seguir uma linha de raciocínio útil aos leitores, partindo dos princípios mais básicos, resolvi falar de forma resumida sobre temas que costumam confundir iniciantes no web design e blogging: ter um blog é fácil? Qualquer um pode ter? Dá pra ganhar dinheiro com isso? Ou será melhor fazer um site? E a diferença entre eles?

Preparado Para Ter um blog

O termo blog veio de weblog, algo como um registro na rede. A estrutura de um blog é diferente de um site estático (conteúdo fixo), possibilitando ao dono (ou escritores) escrever e adicionar imagens, vídeos, e muitos outros tipos de conteúdo, na frequência que quiser. Se lhe apetecer, pode postar (criar postagens) diariamente, ou de hora em hora, ou a cada três dias, uma vez por mês…

Seus leitores poderão interagir com você através de comentários, tornando a experiência de ambos muito mais rica do que em sites tradicionais, como se viam no início dos anos 2000 – na verdade, os blogs ganharam tanta força que mesmo grandes corporações hoje têm blogs, muitos inclusive usando a plataforma WordPress, que é a usada e será mais discutida aqui no Blog Aprendiz. Toda a estrutura é automatizada, e geralmente o escritor não precisa saber escrever uma linha de código sequer para manter seu blog – embora seja recomendável que conheça o básico, para não depender de outras pessoas a cada simples tarefa ou manutenção.

Quando as primeiras formas de blog começaram a ganhar popularidade, o modelo mais comum era o de “diário online”, algo totalmente em desuso, especialmente para quem tem pretensões maiores com seu blog, como ganhar dinheiro e alguma popularidade – a não ser que você seja uma grande celebridade, cuja vida desperte interesse nas pessoas. Seria um desperdício de ferramenta se esse jeito de blogar ainda fosse corriqueiro, já que o potencial de criação e distribuição de informações pertinentes através dela é enorme.

Ferramentas

Existem inúmeras formas de se começar um blog, inclusive muitas totalmente gratuitas, como o Blogger, o WordPress.com e o Tumblr, a maioria delas bastante fácil de usar, permitindo que alguém sem experiência alguma consiga criar um blog com um mínimo de aprendizado. No entanto, é preciso ter em mente que pretensões maiores, exigirão esforços maiores, como gastos, estudo e dedicação.

Como cuidar de um Blog

Site ou Blog?

Embora ambos sejam feitos com os mesmos tipos de linguagem de programação (html, php, asp, javascript, etc), a maior diferença entre eles está na estrutura e apresentação. Enquanto um site geralmente representa uma empresa, instituição, os blogs costumam ter caráter mais pessoal – embora isto não seja uma verdade absoluta; muitas empresas preferem blogs para manter uma relação mais direta com clientes e funcionários.

Os sites são mais “estáticos”, com páginas atualizadas apenas quando necessário, enquanto os blogs recebem atualizações e novas páginas com frequência. Pode-se dizer que os blogs seriam algo como “versões mais ágeis e pessoais dos sites”.

Qualquer um pode ter? É fácil?

Claro que sim, basta ter disposição para escrever e postar conteúdos com frequência. Mesmo sem conhecer programação, basta estar habituado às práticas comuns da internet (como fazer cadastros em sites, gerar senhas, usar redes sociais, postar comentários e respostas, etc) para começar a blogar em qualquer plataforma grátis.

Você tem Twitter? Ele já é uma forma de blog (microblogging, como ficou conhecido). Não é tão diferente com outras plataformas.

Fácil é fator variável. Afinal, o que é fácil para um, pode ser muito custoso para outro. Se você gosta de computadores, de redes sociais, de divulgar informações, compartilhar conteúdos, de digitar, pesquisar e especialmente, se é paciente o bastante para ver algo desenvolver-se lentamente, ter um blog é pra você.

Por outro lado, se quer resultados rápidos, e jamais abriria mão de algo para passar alguma horas em frente ao seu computador escrevendo para outras pessoas, é melhor começar a pensar em outro passatempo ou ocupação. Alguns blogueiros determinados a conseguir sucesso são capazes de passar várias horas por dia ao computador, e em casos de blogs iniciantes, não é difícil encontrar quem fique até 10 ou mais horas por dia trabalhando (não que isto seja muito saudável, mas alguns sacrifícios podem ser urgentes; se não aguenta,  desista antes de começar).

Dinheiro? Alguém Ganha Dinheiro com Isso?!

Não só há quem ganhe dinheiro, mas um bom dinheiro. Alguns blogueiros profissionais deixam o mercado formal para dedicarem-se integralmente ao blog, conseguindo valores mensais muitíssimo acima de salários pagos aos profissionais de informática como professores, instrutores e técnicos.

Blog Pago

Por exemplo, o Criar Sites, do Celso Lemes – não é meu parente, antes que perguntem :biggrin: – é um dos mais conhecidos metablogs, e trata abertamente ao falar de ganhos, divulgando inclusive balanços mensais de suas despesas e lucros com o blog. Outros blogueiros (gringos e nacionais) chegam a conseguir valores acima de dezena de milhares de Reais por mês.

Será fácil alcançar isso? “Ah, mas é só ficar sentando ao computador o dia todo, sem fazer nada, escrevendo e ganhando dinheiro!” Claro que não, mas está ao alcance de qualquer um: basta dedicar-se, tem paciência para colher os frutos e buscar aperfeiçoamento constante.

E para quem não pretende ganhar dinheiro, querendo apenas um canal de interação com as pessoas, divulgar um hobby, etc, ter e manter um blog pode ser ainda mais simples.

Nos próximos posts, vamos continuar aprofundando a discussão sobre a criação de blogs, ensinando os primeiros passos para quem precisa começar do zero, e compartilhando informações adquiridas ao longo do tempo em minhas experiências com blogs